Plano de nova concessionária para Galeão prevê investimento de R$ 1 bilhão em 3 anos; ministro defende diversidade no mercado aéreo
Tomé Franca, ministro de Portos e Aeroportos, durante evento no Aeroporto do Galeão na manhã desta terça-feira (13) Alexandre Lima/ GloboNews A Aena, nova concessionária responsável pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, anunciou nesta terça-feira (13) um plano de investimentos de R$ 1 bilhão para os próximos três anos.
Segundo a empresa, o projeto deve gerar 3.860 empregos no período.
O anúncio foi feito durante a apresentação dos projetos de desenvolvimento do aeroporto.
Durante o evento, o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou que o Brasil precisa ampliar a oferta de rotas e o número de passageiros viajando para o país, com uma infraestrutura capaz de absorver o crescimento da demanda.
“O Brasil precisa de mais aeroportos vocacionados ao turismo internacional.
Além do Aeroporto de Guarulhos, essa é a vocação do Aeroporto do Galeão.
Pela infraestrutura e pela capacidade, mas também pela vocação da cidade e do estado do Rio de Janeiro, com suas belezas naturais e culturais, que são um motor do turismo do estado e do Brasil”, afirmou o ministro. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Franca também defendeu a abertura do mercado para novas companhias aéreas e a criação de um mercado aéreo comum entre os países da América do Sul.
“Queremos e merecemos mais, para que mais brasileiros possam viajar e para que haja maior diversidade de serviços.
Isso ajudaria a atrair empresas low cost e ultra low cost, ampliando o acesso ao transporte aéreo”, disse.
Aeroporto do Galeão Reprodução/ TV Globo O diretor-presidente da Aena Brasil, Santiago Yus, classificou o Galeão como uma infraestrutura estratégica para o turismo e o transporte de cargas no país.
Segundo ele, o investimento de R$ 1 bilhão será realizado totalmente pela iniciativa privada.
Segundo a Aena, os itens que passarão por manutenção ainda não foram definidos.
“É um aeroporto com grande potencial de crescimento.
Não existe outra infraestrutura no Brasil que, em 2025, tenha movimentado 17 milhões de passageiros e disponha de capacidade para receber até 37 milhões por ano”, afirmou.
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