sábado, 17 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› CEO da Nvidia prevê que todas as empresas serão companhias de IA› Estrela verde recém-identificada deixa astrônomos maravilhados› IA ajuda historiadores a decifrar mensagens napoleônicas e papiros carbonizados› Alemanha vai anunciar acordo com Nvidia sobre IA na próxima semana, segundo fontes do governo› MPF aciona Meta após bloqueio de entidades estudantis com posts políticos› Starlink ganha 'via no céu' para futura internet em celulares no Brasil› Por que CoreWeave está na mira do pânico em torno da IA› Por que proibir redes sociais a adolescentes não significa protegê-los› iPhone Duo: Apple adia entrega de dobrável para janeiro de 2027 nos EUA› Mais de 60 ONGs acionam ONU após intervenção de big techs nas eleições› CEO da Nvidia prevê que todas as empresas serão companhias de IA› Estrela verde recém-identificada deixa astrônomos maravilhados› IA ajuda historiadores a decifrar mensagens napoleônicas e papiros carbonizados› Alemanha vai anunciar acordo com Nvidia sobre IA na próxima semana, segundo fontes do governo› MPF aciona Meta após bloqueio de entidades estudantis com posts políticos› Starlink ganha 'via no céu' para futura internet em celulares no Brasil› Por que CoreWeave está na mira do pânico em torno da IA› Por que proibir redes sociais a adolescentes não significa protegê-los› iPhone Duo: Apple adia entrega de dobrável para janeiro de 2027 nos EUA› Mais de 60 ONGs acionam ONU após intervenção de big techs nas eleições
Últimas

MP aponta que ex-secretário e marido de Suéllen Rosim preso atuava como 'figura política' de grupo que fraudava concessão do lixo em Bauru

G1 ·
MP aponta que ex-secretário e marido de Suéllen Rosim preso atuava como 'figura política' de grupo que fraudava concessão do lixo em Bauru

Ex-secretário Renato Purini é preso em Bauru por suspeita de fraude na concessão do lixo As investigações do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) apontaram que Renato Purini, ex-secretário municipal de Governo e marido da prefeita de Bauru (SP), Suéllen Rosim (PSD), era a “figura política” de que a organização criminosa precisava para garantir a aprovação do projeto de concessão do lixo e atender aos interesses do grupo.

A informação consta no documento do MP-SP que fundamentou a prisão preventiva de Purini e ao qual a TV TEM teve acesso.

A prisão ocorreu nesta sexta-feira (16), durante uma nova fase da Operação Cavalo de Troia, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Segundo as investigações, mensagens interceptadas indicam que Purini teria recebido pagamentos da empresa Estre Ambiental para articular apoio político e influenciar os bastidores da votação do projeto na Câmara Municipal.

De acordo com o Ministério Público, os supostos repasses a Purini eram feitos por meio de um intermediário, numa tentativa de ocultar a origem e a finalidade do dinheiro.

A Estre transferia valores ao advogado Marcos Libanore Caldeira sob a justificativa de pagamentos por serviços jurídicos.

Depois, segundo a investigação, o advogado repassava as quantias ao ex-secretário.

LEIA MAIS Gaeco apreende documentos na prefeitura de Bauru em investigação sobre fraude na licitação do lixo Vídeo mostra momento em que secretário e marido da prefeita de Bauru é levado durante operação contra fraudes em licitação Marido da prefeita de Bauru, secretário de Governo é preso em casa durante operação que investiga fraude em licitação Em uma das conversas interceptadas, em 2025, Purini enviou o contato do advogado à então secretária municipal do Meio Ambiente, Cilene Chabuh Bordezan, e reclamou que ninguém havia procurado o defensor.

Cilene encaminhou a mensagem ao CEO da Estre Ambiental, Hamilton Libório Agle, que se identificou como amigo do marido da prefeita e marcou um encontro com o advogado.

Renato passa o contato do advogado para Cilene Chabuh Bordezan e cobra o fato de ninguém ter falado com o defensor até aquele momento.

TV TEM/Reprodução A investigação identificou que a Estre chegou a emitir uma nota fiscal de R$ 750 mil para o escritório do advogado.

Para o Gaeco, há indícios de que o pagamento não foi um episódio isolado, mas parte de uma remuneração recorrente que teria como destinatário final Purini.

Em outra conversa, o ex-secretário teria cobrado um valor adicional de R$ 90 mil.

Segundo os investigadores, Purini e Cilene usavam expressões relacionadas a honorários advocatícios para disfarçar a natureza dos pagamentos.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›