Lula leva eleições brasileiras à ONU e defende escolha do povo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta 3ª feira (22.set.2026), durante discurso na Assembleia Geral da ONU, que não permitirá que “inimigos da democracia” , internos ou externos, atentem contra a vontade popular nas eleições brasileiras.
Lula disse que o pleito de 4 de outubro será “transparente e competitivo” e afirmou que todos os candidatos terão ampla liberdade de expressão.
“Não permitiremos que os inimigos da democracia, internos e externos, atentem contra a vontade popular.
A democracia brasileira pertence aos brasileiros” , declarou.
Segundo o presidente, o eleitorado decidirá não apenas os ocupantes da Presidência, dos governos estaduais e do Legislativo, mas também entre “democracia e negacionismo” .
Lula afirmou que o Brasil poderá avançar para “um futuro de mais oportunidades” ou retornar a “um passado de exclusão” .
O presidente também citou a possibilidade de interferência estrangeira no processo eleitoral.
Disse que alguns candidatos “abusam” da liberdade de expressão ao se associar a interesses de estrangeiros contrários ao país.
Trata-se de uma menção velada à família Bolsonaro, em especial ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro, autoexilado nos EUA e que tem defendido a imposição de tarifas contra o Brasil.
Na sequência, mencionou as redes de desinformação como um desafio durante a campanha.
Segundo Lula, essas redes podem “desvirtuar o debate público” .
O presidente afirmou ainda que o Brasil possui um sistema eleitoral “moderno e robusto” , acompanhado por uma sociedade plural e por uma imprensa livre.
Lula associou a defesa da democracia à soberania nacional.
“O Brasil continuará sendo um país soberano.
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