Liderança ainda é exceção para pessoas com deficiência
Mulher em cadeira de rodas trabalhando - crédito: Freepik A participação de pessoas com deficiência em cargos de liderança ainda é restrita no mercado de trabalho brasileiro.
Segundo a Pesquisa Nacional PcD, realizada pela Catho, menos de 5% dos profissionais com deficiência ocupam posições de gerência ou diretoria.
Entre os participantes empregados, 50,73% estão em funções operacionais, de auxiliar ou assistente.
O levantamento também aponta que 43,46% possuem ensino superior e 19,4% têm pós-graduação.
A pesquisa mostra ainda que 62% dos profissionais consideram que as empresas estão apenas parcialmente preparadas para promover a inclusão.
Embora 63% percebam avanços nos últimos anos, 31,47% avaliam como eficazes as iniciativas adotadas pelas organizações.
Entre as medidas mais citadas estão as vagas afirmativas, apontadas por 49,69% dos entrevistados.
O levantamento também identificou que 67,64% conhecem a Lei de Cotas e 54,95% já ocuparam vagas vinculadas à legislação.
Os dados indicam que, além do acesso ao mercado de trabalho, a progressão profissional permanece como um dos desafios para pessoas com deficiência .
A concentração em funções operacionais contrasta com a baixa presença em cargos de gestão e liderança.
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