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Conheça o hospital que não atende pessoas e fatura R$ 1,5 milhão por ano

G1 ·
Conheça o hospital que não atende pessoas e fatura R$ 1,5 milhão por ano

Este hospital não atende pessoas e fatura R$ 1,5 milhão por ano Bonecas, carrinhos, bichos de pelúcia e até videogames ganham uma segunda chance em um negócio familiar que atravessa gerações em São Paulo.

Criado em 1937, o Hospital de Brinquedos transformou uma pequena oficina de consertos em uma empresa que hoje fatura R$ 1,5 milhão por ano.

A empresa tem três unidades — nos bairros da Penha e do Brooklin, na capital paulista, e em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo — e conta com 35 funcionários.

Apesar dos diferentes pontos de atendimento, os reparos e as restaurações são concentrados na matriz, na Penha.

Atualmente, quem está à frente do negócio é Leandro Capelo Filho, representante da quarta geração da família.

Mas a história começou bem antes de a empresa ganhar a aparência de um hospital.

A primeira versão do negócio era uma pequena oficina que fazia diferentes tipos de reparos.

Com o tempo, os brinquedos ganharam espaço e a empresa passou a se especializar nesse mercado.

Foi o pai de Leandro quem decidiu levar a proposta um passo adiante: funcionários passaram a usar roupas de médicos e enfermeiros, e o conserto ganhou uma experiência inspirada na rotina de um hospital.

A ideia era aproximar principalmente as crianças do processo e tornar menos traumático o momento de deixar um brinquedo querido para ser reparado.

Hoje, a experiência inclui até uma espécie de triagem dos "pacientes".

A menina Júlia Carvalho, de 11 anos, levou a boneca Rafaela para ser restaurada e participou do atendimento como se estivesse acompanhando uma internação.

Depois do conserto, a boneca recebeu "alta" para voltar para casa.

Conheça o hospital que não atende pessoas e fatura R$ 1,5 milhão por ano Reprodução/PEGN De bonecas antigas a videogames Um dos desafios do negócio é justamente a variedade dos produtos que chegam para conserto.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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