Negona do Bolsonaro diz ter sido barrada na sede do PL e expõe atitude de seguranças: “Tratada como merda” Fotos: Reprodução/ Instagram
Nesta sexta-feira (4), Vanessa Silva (PL-RJ), conhecida como “Negona do Bolsonaro”, afirmou ter sido impedida de entrar na sede do Partido Liberal, no Rio de Janeiro.
Em vídeo, a candidata a deputada federal relatou ter sido humilhada pelos seguranças do local e que foi “tratada como um bolo de merd*”.
Segundo Vanessa, ela foi até a sede para buscar informações sobre sua situação dentro do partido e conversar com representantes do PL.
No entanto, cinco seguranças teriam formado “uma barreira” para impedir sua entrada.
LEIA TAMBÉM: Paulo Vieira questiona desempenho de César Tralli e Renata Vasconcelos em entrevista com Flávio Bolsonaro: “Desserviço” Jornal aponta que páginas oficiais de Flávio Bolsonaro citam pós-graduação que ele não fez, e equipe se manifesta “Eu fui tratada como um bolo de merda aqui dentro do Partido Liberal, isso é inadmissível, eu tô sem voz […] Eu fui recebida pela secretária nacional do PL, foi assim que ela foi me apresentada, e eu pedi para que ela revisse a minha situação.
Cheguei aqui às 14h30 no prédio e eu fui informada de que eu não poderia subir no Partido Liberal mais”, começou ela. [anuncio] Vanessa ao lado de Bolsonaro, que está preso por por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. (Foto: Reprodução/ Instagram) Aos prantos, Vanessa contou que “diversos bolsonaristas e amigos de Jair Bolsonaro estão sendo humilhados pelo PL” .
“Isso pra mim me causou uma estranheza, uma tristeza muito grande… Porque me veio à mente o dia que eu vim aqui gravar um vídeo pro meu presidente [Jair Bolsonaro] em 2024, quando ele pediu pra eu subir pra gravar comigo.
Jair Messias Bolsonaro sempre me honrou, nunca me tratou como ninguém” , lamentou.
A candidata acrescentou: “Hoje eu fui tratada dessa maneira dentro do Partido Liberal, onde eu sou filiada graças a ele [Jair Bolsonaro].
Ele trouxe vida ao partido, ele trouxe votos, ele trouxe candidatos, ele tirou o PL de onde ele estava pra ser o que é hoje: um dos partidos mais poderosos do Brasil.
Fui informada pela segunda vez que eu não poderia adentrar mais nas dependências do PL”. [anuncio] Além disso, Vanessa afirmou que vem sendo alvo de uma suposta perseguição judicial desde que a Justiça determinou que ela não poderia utilizar o termo “Negona do Bolsonaro” em sua campanha.
Vanessa se apresenta como segunda suplente de vereadora pelo Rio de Janeiro.
A carioca também anunciou que pretende recorrer à Justiça para ter acesso às imagens das câmeras de segurança da sede do PL.
“Formou-se um paredão com cinco, cinco seguranças aqui, e eu pedi pra que nenhum deles tocasse em mim […] Eu não vou admitir ser tratada como bost* aqui dentro.
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