Quem é Eduardo da Fonte, candidato ao Senado por Pernambuco
Aos 53 anos, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) disputa uma das duas vagas de Pernambuco no Senado Federal nas eleições de 2026 .
Natural do Recife, ele nasceu em 17 de outubro de 1972 e tem ensino médio completo.
O candidato integra a coligação Pernambuco de Coração, formada por Podemos, PSD, Avante, PSDB/Cidadania e União Progressista.
Eduardo Henrique da Fonte de Albuquerque Silva está no sexto mandato consecutivo como deputado federal.
Sua trajetória eleitoral começou em 2006, quando foi eleito pela primeira vez para a Câmara dos Deputados.
Desde então, foi reeleito nas eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022.
Leia Mais Eleitor com deficiência pode entrar acompanhado na cabine de votação? Eleições 2026: Veja como baixar o e-Título Eleições 2026: por que em alguns casos a eleição vai para segundo turno? Na Câmara dos Deputados, Eduardo da Fonte ocupou diferentes funções ao longo dos mandatos.
Foi presidente da CPI das Tarifas de Energia Elétrica , segundo vice-presidente e corregedor da Câmara, além de ter presidido a Comissão de Minas e Energia e exercido a liderança partidária.
A atuação parlamentar do candidato é concentrada em temas como saúde, inclusão, educação, direitos dos trabalhadores, segurança pública e desenvolvimento regional.
Entre as ações destacadas estão a destinação de recursos para hospitais de Pernambuco e propostas voltadas a pessoas com deficiência e Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Eduardo da Fonte tem como primeiro suplente Carlos Andrade de Lima , do União Brasil, e como segunda suplente Jane Santos , do Progressistas.
O candidato integra a chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), que disputa a reeleição ao governo de Pernambuco.
Propostas Entre as principais pautas apresentadas por Eduardo da Fonte estão a destinação de recursos para hospitais, aquisição de equipamentos e propostas para ampliar o acesso a exames e tratamentos; criação e expansão das unidades da Casa Azul para atendimento multiprofissional de pessoas com TEA; ampliação da alimentação escolar e inclusão de estudantes com deficiência.
Ele também propõe redução da jornada de agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias; integração de informações entre órgãos de segurança, valorização dos profissionais e criação de um marco legal para o Subsistema de Inteligência de Segurança Pública; e medidas de combate à violência doméstica, como monitoramento eletrônico de agressores.
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