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Toffoli nega pedido de Bruno Scheid para usar “Bolsonaro” no nome de urna

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Toffoli nega pedido de Bruno Scheid para usar “Bolsonaro” no nome de urna

O ministro Dias Toffoli , do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) , negou, no domingo (20), um pedido do candidato do PL ao Senado por Rondônia, Bruno Scheid , para voltar a usar o nome “Bruno Bolsonaro Scheid” na disputa.

A decisão mantém, por ora, o entendimento do TRE-RO (Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia) , que vetou a inclusão de “Bolsonaro” no nome de urna do candidato.

A decisão não impede Scheid de disputar as eleições.

O TRE-RO deferiu o registro da candidatura ao Senado, mas acolheu impugnação da Procuradoria Regional Eleitoral contra o nome “Bruno Bolsonaro Scheid” e determinou a substituição por “Bruno Scheid” .

Ao analisar o pedido, Toffoli afirmou que a defesa não apresentou argumentos suficientes, em uma análise preliminar, para justificar a suspensão da decisão do TRE-RO.

O ministro ressaltou que o tribunal regional concluiu, com base nas provas do processo, que o candidato não demonstrou ser conhecido pelo eleitorado como “Bruno Bolsonaro Scheid” .

Leia Mais Lobista relatava viagens em voo da FAB e acesso ao Planalto, diz site Aliados de Gonet mantêm otimismo mesmo após foto ao lado de Vorcaro Primo de Vorcaro pede a Fachin que destrave análise de sua prisão Ao recorrer ao TSE, Scheid pediu a suspensão dos efeitos da decisão regional até o julgamento de um recurso especial.

A defesa queria restabelecer o nome “Bolsonaro” nos sistemas da Justiça Eleitoral e nos dados destinados à urna.

Também pediu autorização para usar o nome em materiais de campanha, redes sociais e outras peças de propaganda.

Para o TRE-RO, a inclusão de “Bolsonaro”, que não faz parte do nome civil do candidato, poderia sugerir vínculo familiar com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e produzir uma “transferência artificial de notoriedade” para a candidatura.

A defesa sustentou que Scheid nunca afirmou ser parente do ex-presidente.

Argumentou ainda que uma eventual associação feita pelo eleitor entre o candidato e a família Bolsonaro não bastaria, por si só, para gerar dúvida sobre sua identidade.

A controvérsia chega a menos de duas semanas do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

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