Agente público e terceirizado são suspeitos de participar de entrada de drogas e celulares em presídio de SC; investigação apura esquema interno na cadeia
Operação "Linha Oculta" do Gaeco cumpre oito mandados em Florianópolis e Biguaçu; servidor e vigilante terceirizado são afastados das funções por 90 dias pela Justiça
Um esquema ilegal montado para a entrada de drogas, aparelhos celulares, medicamentos e outros materiais proibidos no Complexo Penitenciário de Florianópolis foi alvo de uma ofensiva policial na manhã desta sexta-feira (18 de setembro). Ao todo, as equipes cumpriram oito mandados de busca e apreensão nos municípios de Florianópolis e Biguaçu.
A mobilização integra a Operação “Linha Oculta”, que apura a atuação de uma facção criminosa no envio contínuo desses itens para o interior das celas. A ação foi deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) do MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), em apoio à 39ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital.
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