Exército do Mali liberta 82 soldados mantidos reféns por jihadistas e rebeldes tuaregues
Os jihadistas do Grupo de Apoio ao Islã e aos Muçulmanos (JNIM, ligado à Al-Qaeda) e os rebeldes tuaregues da Frente de Libertação do Azawad (FLA) lançaram, em 25 e 26 de abril, uma série de ataques coordenados contra posições estratégicas da junta no poder e do Exército em várias cidades, inclusive em áreas próximas a Bamako.
Os ataques deixaram, entre outras vítimas, o ministro da Defesa, general Sadio Camara, morto e levaram à captura de vários soldados malianos.
O Exército "informa à opinião pública nacional a libertação, nesta quinta-feira, 13 de agosto de 2026, de 82 militares das Forças Armadas do Mali (FAMa), mantidos como reféns desde 25 de abril de 2026 por grupos armados terroristas afiliados à coalizão JNIM-FLA", declarou.
Uma fonte do Ministério das Relações Exteriores do Mali disse à AFP que a libertação foi possível graças à mediação da Argélia.
"Os argelinos se ofereceram por iniciativa própria, realizaram a mediação e conseguiram a libertação dos militares reféns", declarou.
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