Hezbollah tenta ocupar áreas vulneráveis no sul do Líbano, diz Israel
O grupo extremista Hezbollah tenta estabelecer posições em brechas de áreas da Linha Amarela no sul do Líbano, afirmam fontes do Comando Norte do Exército israelense. As informações são do jornal The Jerusalem Post.
As áreas visadas ficam dentro da Linha Amarela, nas quais o Exército israelense não entrou formalmente. As fontes dizem que esses locais eram cercados por zonas controladas por Israel ou não apresentavam ameaça imediata.
O grupo libanês vê essas áreas como alvos mais fáceis para ampliar sua presença. O Exército israelense afirma monitorar a movimentação há pelo menos cinco semanas e reagir com ataques aéreos, artilharia e unidades de engenharia de combate.
Os confrontos não envolveram tropas israelenses em solo, de acordo com as fontes militares. Uma das áreas citadas foi a vila de Al-Mansouri, no município de Majdal Zoun.
A chamada Linha Amarela no Líbano foi anunciada por Israel em abril deste ano. A "zona de segurança" tem 10 quilômetros a partir do sul do Líbano, na fronteira com Israel.
A maioria dos habitantes fugiu da área, que inclui aldeias fronteiriças muito danificados em uma rodada de hostilidades em 2023. No entanto, moradores de algumas localidades cristãs têm desafiado as ordens de evacuação do exército israelense. As forças de paz da ONU também estão estacionadas no local.
O Exército israelense divulgou na sexta-feira imagens de uma operação na cordilheira de Ali al-Taher, no sul do Líbano. A corporação declarou ter tomado e destruído estruturas subterrâneas usadas pelo Hezbollah.
A operação para controlar a cordilheira durou meses, segundo o Exército israelense. As forças militares estimaram que cerca de 50 integrantes do Hezbollah estavam entrincheirados nos túneis.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, advertiu o Hezbollah hoje sobre uma possível reação a novos ataques. "Se vocês ainda não aprenderam a lição e escolherem nos atacar de novo, sofrerão golpes ainda mais pesados", disse.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.