Brincadeiras que marcaram gerações e colocavam o corpo em movimento
Antes dos aplicativos, dos jogos on-line e das telas ocuparem boa parte do tempo livre das crianças, bastava encontrar alguns amigos para começar uma brincadeira.
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Uma calçada virava pista.
O quintal podia se transformar em campo.
Um pedaço de giz servia para desenhar a amarelinha.
Uma bola era suficiente para reunir a turma.
Muitas dessas brincadeiras atravessaram gerações e continuam presentes na memória de quem passou a infância correndo pelas ruas, praças, escolas e quintais.
Além da diversão, elas tinham uma característica em comum: colocavam o corpo para funcionar.
A Escola de Educação Física e Esporte da USP destaca que jogos tradicionais como amarelinha, pega-pega, pião, peteca, pipa e bolinhas de gude são transmitidos entre gerações e fazem parte do patrimônio cultural das comunidades.
A pesquisa também ressalta a relação dessas atividades com movimento, cultura, convivência e bem-estar.
Relembrar essas brincadeiras, portanto, não é apenas uma viagem à infância.
É também lembrar de uma época em que se movimentar fazia parte naturalmente da diversão.
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Bastava desenhar os quadrados no chão, encontrar uma pedrinha e começar a pular.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.olimpiadatododia.com.br — o conteúdo pertence a Olimpíada Todo Dia.