Hospital Cassems de Campo Grande: 10 anos de inovação, cuidado e referência
Projetado para oferecer medicina de alta precisão aliada ao acolhimento humanizado, o Hospital Cassems de Campo Grande completa, em outubro, 10 anos.
Nessa década, a unidade ultrapassou a marca de três milhões de procedimentos (atendimentos, exames, cirurgias), se tornou um pilar fundamental para a assistência à saúde de dezenas de milhares de servidores públicos, seus familiares e para toda a população sul-mato-grossense.
Até meados de setembro de 2026, o hospital já alcançou a expressiva marca de 99.530 cirurgias realizadas.
Ao longo dos dez anos, a unidade acompanhou a evolução do que há de melhor e mais contemporâneo na medicina moderna mundial.
Oferecendo tecnologias e procedimentos inéditos, o hospital colocou o estado e a região Centro-Oeste na vanguarda da assistência à saúde.
Para o presidente da Cassems, Ricardo Ayache, a unidade hospitalar da capital representa uma mudança estrutural na rede própria, iniciada em 2004, em Dourados.
“O Hospital de Campo Grande consolidou um novo patamar para a saúde do estado.
Ele se tornou o ponto mais estratégico do nosso sistema de atendimento e do compromisso com a saúde do servidor público”, afirma.
Ayache destaca a incorporação de equipamentos ao longo dos anos, com impacto direto nos índices de atendimento.
“Na pandemia de Covid-19, trouxemos a ventilação não invasiva (VNI), a hemodiálise contínua para pacientes graves e a ECMO que é um equipamento que funciona como um pulmão mecânico.
Posteriormente, implantamos o transplante de medula óssea, a cirurgia robótica e a cardiovascular infantil.
Quando insisto que esse é o melhor hospital de Mato Grosso do Sul, digo que nós fazemos com que ele seja o melhor todos os dias e, hoje, não precisamos mais buscar grandes centros do país para procedimentos de alta complexidade", pontua.
Avanço tecnológico e estrutura de vanguarda - Construído com foco em arquitetura hospitalar sustentável e eficiência operacional, o hospital foi projetado para responder a um gargalo histórico da capital na oferta de leitos de internação e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
Antes da sua inauguração, a última unidade hospitalar entregue na cidade havia sido em 2012.
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