quarta-feira, 19 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
EUA sancionam presidente do TPI e advogado que mandou prender Netanyahu Hamas acusa Netanyahu de sabotar negociações após novo ataque a Gaza Senado encaminha para votação fim da escala 6×1 e PEC da Segurança Pública Reuters/Ipsos: 69% dos estadunidenses acreditam que Trump usa governo para interesses comerciais Para evitar novo fracasso no Congresso, Milei freia projeto de reforma eleitoral Socialista Angie Nixon vence primária democrata na Flórida Coreia do Norte alerta para ‘ações mais evidentes’ sobre exercícios militares EUA-Coreia do Sul Venezuela adia Consulta Popular Nacional para 18 de outubro Turquia nega envio de tropas à Síria após ataque israelense OMS alerta para alto risco de disseminação do ebola em outros países EUA sancionam presidente do TPI e advogado que mandou prender Netanyahu Hamas acusa Netanyahu de sabotar negociações após novo ataque a Gaza Senado encaminha para votação fim da escala 6×1 e PEC da Segurança Pública Reuters/Ipsos: 69% dos estadunidenses acreditam que Trump usa governo para interesses comerciais Para evitar novo fracasso no Congresso, Milei freia projeto de reforma eleitoral Socialista Angie Nixon vence primária democrata na Flórida Coreia do Norte alerta para ‘ações mais evidentes’ sobre exercícios militares EUA-Coreia do Sul Venezuela adia Consulta Popular Nacional para 18 de outubro Turquia nega envio de tropas à Síria após ataque israelense OMS alerta para alto risco de disseminação do ebola em outros países
Brasil

Os imorais privilégio vitalícios custeados pela sociedade

Campo Grande News ·

O cidadão brasileiro é, em grande medida, responsável pelos gastos excrescentes da República.

Ao se omitir de cobrar com veemência do poder legislativo — seja por manifestações diretas aos seus representantes no Congresso ou por ações massivas nas ruas — o povo, principal agente da democracia, transige com o estado de irresponsabilidade de nossos agentes públicos.

Agentes públicos sem constante fiscalização da sociedade são um prato feito para abusos contra os cofres da nação, em desrespeito aos cidadãos contribuintes.

Tenho consciência de que minhas ponderações pouco importam às autoridades ou ecoam entre concidadãos.

Mas, como cidadão e contribuinte, procuro fazer a minha parte ao criticar o sistema — obrigação que deveria ser compartilhada por todos os brasileiros.

Infelizmente, a maioria parece indiferente aos gastos públicos e às despesas que sustentam privilégios de algumas corporações.

Num país onde milhões enfrentam fome, desemprego e a dura realidade das ruas, é um imoral escárnio que a União continue a arcar com despesas vitalícias de segurança e assessoria para ex-presidentes da República — inclusive cassados, condenados e presos — e, mais recentemente, para ex-ministros do STF.

Em 2025, o STF aprovou segurança vitalícia para todos os seus ex-ministros, com custo de cerca de R$ 42 milhões em contratos de segurança privada.

Apenas no primeiro semestre, os benefícios dos ex-presidentes da República (segurança, motoristas, assessores e veículos oficiais) custaram R$ 3,65 milhões aos cofres públicos.

Ora, o risco de ser presidente ou ministro do STF faz parte do sistema.

Ex-policiais, promotores ou outras autoridades que combateram organizações criminosas não recebem serviços vitalícios após a aposentadoria.

No máximo, deveriam ser protegidos por cinco anos, em respeito aos princípios da igualdade, razoabilidade, moralidade e impessoalidade.

Urge, portanto, a moralização do país: a revogação da Lei 7.474/1986 e a revisão imediata das decisões que concederam privilégios vitalícios a ex-presidentes e ex-ministros do STF.

O Legislativo e o Judiciário precisam ser chamados à responsabilidade.

Ler a notícia completa no Campo Grande News ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.

Mais de Campo Grande News

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›