Bolsas da Ásia fecham em queda e Nikkei tomba 2,9% com fala de autoridades em defesa do iene
As bolsas asiáticas fecharam em queda nesta terça-feira (2) após troca de ataques no Oriente Médio ampliar a apreensão sobre demora na volta da normalidade no fluxo global de petróleo.
Tóquio despencou em meio a falas de líderes japoneses sobre vigilância cambial, o que desencadeou valorização do iene.
O índice japonês Nikkei caiu 2,9% em Tóquio, para 64.325,64 pontos.
A intervenção coordenada no mercado de câmbio “ajuda a sustentar a estabilidade dos mercados e das economias globais”, disse a ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, em coletiva de imprensa após a cúpula de líderes financeiros do G20.
O presidente do Banco do Japão (BoJ), Kazuo Ueda, destacou que os indicadores econômicos recentes estão alinhados com as projeções do banco central, reiterando sua posição de considerar novos aumentos nas taxas de juros.
As ações da Mitsubishi Motors derreteram 6,4%.
A montadora revelou seu aguardado novo SUV Pajero em um momento em que busca recuperar sua presença global.
Outras montadoras também cederam, como a Toyota (-3,4%) e Honda (-2,4%).
A Dynamic Map Platform saltou 25%.
A empresa japonesa fornece dados de mapas em 3D de alta precisão e em alta definição.
Nessa semana, a Google Maps alterou o nome do Lago Ontário para Lago América para usuários dos Estados Unidos após o presidente americano Donald Trump ter assinado uma ordem executiva para renomear o lago.
O índice sul-coreano Kospi despencou 3,99% em Seul, para 6.562.72 pontos.
A SK Hynix cedeu 4,7% e a Samsung Electronics caiu 4,02%.
Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com baixa de 0,07%, a 25.311.21 pontos.
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