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O que pensam profissionais de beleza de SP que são eleitoras independentes? Veja na série 'Voto Pendular', do Jornal da Globo

G1 ·
O que pensam profissionais de beleza de SP que são eleitoras independentes? Veja na série 'Voto Pendular', do Jornal da Globo

Em busca do eleitor pendular: série mostra quem são os brasileiros que mudam de voto Elas trabalham por conta própria, definem a própria rotina e são responsáveis pelo sustento da família.

Mas, para as profissionais do setor de beleza ouvidas pelo Jornal da Globo em São Paulo na série especial Voto Pendular, a autonomia também tem um preço: jornadas longas, falta de férias remuneradas, sobrecarga e preocupação com o futuro dos filhos.

As histórias fazem parte do primeiro episódio da série que acompanha eleitores que mudaram de voto nas duas últimas eleições para entender o que pode influenciar suas escolhas em 2026.

Segundo a Quaest, os chamados eleitores independentes representam 32% do eleitorado brasileiro.

São pessoas que não mantêm uma identificação permanente com um campo político e que já mudaram de voto.

A jornalista Renata Lo Prete e Felipe Nunes, diretor da Quaest e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), passam por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador ao longo de quatro episódios.

A reportagem falou com três grupos de trabalhadores autônomos de SP: entregadores de moto, profissionais da beleza e empreendedores da Zona Oeste.

O segundo grupo soma cerca de 140 mil pessoas registradas como microempreendedoras individuais (MEIs) na Região Metropolitana de São Paulo.

Janine Mendes Pereira, manicure, Helen Melo, cabeleireira, e Kelly Rosa, maquiadora, falaram sobre trabalho, família, política e as expectativas para o futuro.

Profissionais da beleza também prezam pela autonomia, mas defendem mais segurança, saúde e educação.

Reprodução/TV Globo/Jornal da Globo 'As dívidas' Quando Felipe Nunes perguntou o que motivava as profissionais a trabalhar todos os dias, Janine respondeu em tom de brincadeira: “As dívidas.” A resposta provocou risos, mas a conversa mostrou que o trabalho representa muito mais do que uma forma de pagar as contas.

Para Helen, a principal motivação é a filha de 10 anos.

Para conseguir trabalhar, ela precisa conciliar a rotina profissional com os cuidados da criança, que ficam divididos com a mãe.

“É bem corrido.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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