Exus e Pombagiras: entenda o papel dessas entidades na transformação espiritual e pessoal
Essas forças podem atuar no fortalecimento, na proteção e na evolução de quem as cultua
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Exus e Pombagiras figuram entre as entidades mais conhecidas das religiões de matriz afro-brasileira, mas também estão entre as que mais despertam dúvidas e são alvo de interpretações equivocadas. Ao longo dos anos, crenças populares e preconceitos contribuíram para associá-los, de maneira incorreta, a forças negativas.
De acordo com a sacerdotisa Matildes, essa visão está distante da realidade da tradição espiritual que pratica. Ela explica que Exus e Pombagiras são entidades que atuam como agentes de transformação, auxiliando as pessoas em processos de fortalecimento, proteção e evolução espiritual.
Segundo a sacerdotisa, cada Exu e cada Pombagira possui características e campos de atuação próprios. Ainda assim, todos compartilham um propósito em comum: orientar aqueles que buscam desenvolver consciência, equilíbrio e responsabilidade sobre a própria vida.
Para a sacerdotisa Matildes, um dos maiores equívocos é acreditar que Exus e Pombagiras existam para realizar desejos de forma imediata ou resolver problemas sem que a pessoa assuma responsabilidade pelas próprias escolhas.
“Exus e Pombagiras não fazem milagres nem substituem o livre-arbítrio. Eles orientam, fortalecem e impulsionam processos de mudança, mas a transformação acontece quando existe comprometimento, atitude e disposição para evoluir. O trabalho espiritual caminha lado a lado com as ações de cada pessoa”, afirma.
Matildes Sacerdotisa, pesquisadora e comunicadora da espiritualidade, com atuação voltada à Quimbanda e ao Luciferianismo. Há mais de duas décadas, dedica-se ao estudo das tradições espirituais, desmistificando temas como Exus, Pombagiras, Lilith, Lúcifer, Daemons, magia, oráculos e desenvolvimento pessoal por meio de uma abordagem séria, acessível e fundamentada.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.