quinta-feira, 15 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› OpenAI alerta PF sobre ameaças de morte a Lula no ChatGPT› Das redes sociais para as ruas: como fandoms de K-pop impulsionam campanha para reeleger Lula› China e Coreia do Norte inauguram nova ponte que interliga países e aprofundam laços econômicos› Netanyahu chama Brasil de ‘país pequeno’ ao defender candidatura de Flávio Bolsonaro› Lula celebra aprovação da PEC do fim da escala 6×1: ‘conquista histórica’› Senado aprova PEC do fim da escala 6×1 em vitória histórica para Lula e trabalhadores› Elon Musk afirma que ‘está na hora de Zelensky ir’› Moscou acusa Zelensky de contrariar esforços de Trump e impedir negociações de paz› Governo Milei eliminou mais de 370 mil empregos formais na Argentina› Como foi a votação do Senado que aprovou fim da escala 6x1: veja repercussão› OpenAI alerta PF sobre ameaças de morte a Lula no ChatGPT› Das redes sociais para as ruas: como fandoms de K-pop impulsionam campanha para reeleger Lula› China e Coreia do Norte inauguram nova ponte que interliga países e aprofundam laços econômicos› Netanyahu chama Brasil de ‘país pequeno’ ao defender candidatura de Flávio Bolsonaro› Lula celebra aprovação da PEC do fim da escala 6×1: ‘conquista histórica’› Senado aprova PEC do fim da escala 6×1 em vitória histórica para Lula e trabalhadores› Elon Musk afirma que ‘está na hora de Zelensky ir’› Moscou acusa Zelensky de contrariar esforços de Trump e impedir negociações de paz› Governo Milei eliminou mais de 370 mil empregos formais na Argentina› Como foi a votação do Senado que aprovou fim da escala 6x1: veja repercussão
Últimas

Anvisa aprova remédio que reduz crises de lúpus e o uso de corticoide, mas acesso pelo SUS e planos de saúde ainda é incerto

G1 ·
Anvisa aprova remédio que reduz crises de lúpus e o uso de corticoide, mas acesso pelo SUS e planos de saúde ainda é incerto

Novo remédio para lúpus é aprovado Reprodução A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta terça-feira (13), o uso do obinutuzumabe, vendido como Gazya, em adultos com lúpus eritematoso sistêmico ativo de moderado a grave que já fazem o tratamento padrão.

O remédio é conhecido pelo uso contra linfomas e leucemia e, desde janeiro, tinha indicação também para a nefrite lúpica, a inflamação nos rins provocada pela doença.

Não se trata de uma substância nova, e sim de uma nova indicação para um produto já registrado no país.

Ainda assim, o presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Valderílio Feijó Azevedo, considera a decisão um avanço relevante.

Em entrevista ao g1, ele afirma que a estratégia de eliminar um tipo de célula de defesa era antiga e plausível para o lúpus, mas fracassou durante anos nos testes com outro medicamento da mesma família, o rituximabe, muito usado fora da bula.

O obinutuzumabe é o primeiro dessa linha a ter estudos de fase 3 positivos tanto na nefrite lúpica quanto nas formas da doença que não atingem os rins.

Viver com lúpus: a luta diária contra uma doença invisível; cada dia é um desafio Célula eliminada na origem do problema No lúpus, o sistema imunológico produz anticorpos contra componentes do próprio organismo, e eles inflamam pele, articulações, rins, sangue e sistema nervoso.

Esses anticorpos nascem de células de defesa chamadas linfócitos B, e é nelas que o obinutuzumabe age: ele as destrói de forma mais profunda e duradoura do que o rituximabe, segundo o especialista, inclusive nos tecidos, e não só no sangue.

Outros medicamentos biológicos usados no lúpus atuam por caminhos diferentes.

O belimumabe corta um sinal de sobrevivência dessas células, e o anifrolumabe bloqueia a ação de uma substância que mantém o sistema imune em alerta.

O esquema também é distinto: depois de quatro doses no primeiro ano, o paciente elegível pode passar a receber infusões a cada seis meses, em ambiente ambulatorial ou hospitalar.

Menos crises e menos remédio de efeito pesado No estudo que embasou a indicação para o lúpus fora dos rins, publicado em março na revista científica New England Journal of Medicine, cerca de três em cada quatro pacientes que receberam o obinutuzumabe tiveram melhora da atividade da doença após um ano, contra pouco mais da metade no grupo placebo.

A remissão chegou a um terço dos tratados, mais que o dobro do observado com placebo, e o risco de novos surtos foi menor.

O efeito sobre o corticoide pesa tanto quanto o controle das crises.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›