“Ouvir Estrelas” traz 45 composições inéditas ao palco em Curitiba
Com 45 peças para piano, o Coletivo PIANOVERO chega aos palcos da capital paranaense com recitais nos dias 3, 4 e 5 de novembro, sempre às 20h, na Capela Santa Maria .
O projeto “ Ouvir Estrelas ” reúne seis pianistas tocando composições inéditas.
Ingressos estão disponíveis através da plataforma Compre no Zet .
Clássica comédia de Shakespeare ganha o palco em Curitiba A proposta do projeto é ampliar as possibilidades de criação e interpretação para o piano contemporâneo a partir do imaginário celeste de culturas ocidentais e orientais.
As obras partem de referências como constelações, lendas, mitologias e símbolos astrológicos, aproximando diferentes tradições da produção musical contemporânea.
“Ouvir Estrelas” dá continuidade ao projeto “Zodíaco”, desenvolvido pelo PianoVero em 2024 e 2025.
Segundo a diretora musical Vera Di Domênico, a nova iniciativa amplia a pesquisa ao incorporar diferentes culturas e formas de interpretar o céu.
“O projeto nasceu como continuidade do Zodíaco, mas agora ampliamos esse olhar para diferentes versões e culturas que encontram nas estrelas e nas constelações uma fonte de inspiração.
São obras escritas especialmente para o Coletivo PianoVero, trazendo para o piano essa ideia de infinito e de imponderável. ” Três peças exploram técnicas estendidas Entre as novidades do projeto está a estreia de Grace Torres e Lilian Nakahodo como compositoras do Coletivo PIANOVERO.
Juntas, elas assinam três peças que exploram técnicas estendidas para piano, ampliando as possibilidades sonoras tradicionais do instrumento.
A experiência também estabelece uma conexão com a trajetória do grupo, que desenvolve pesquisas sobre repertórios experimentais e pouco executados, incluindo obras de John Cage, Gurdjieff e Thomas de Hartmann.
Para Grace Torres, a parceria representa uma oportunidade de investigar o piano a partir de outras possibilidades de timbre e sonoridade.
“Compor para o PIANOVERO, ao lado da Lilian, nos permite experimentar o piano de uma maneira muito ampla.
Nas três peças, usamos técnicas estendidas para buscar sons, texturas e gestos que não aparecem quando pensamos apenas na forma tradicional de tocar o instrumento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.