'Me transformou em um homem melhor', diz marido de grávida encontrada morta em Cachoeiro
Casal é investigado por morte de grávida em Cachoeiro de Itapemirim “Uma mãe maravilhosa, me transformou em um homem melhor.” Foi assim que Stéfano Moreno descreveu a companheira, Juliana Paulo Pinto, de 29 anos, encontrada morta e carbonizada nesta quarta-feira (14), em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo.
Casados havia cerca de seis meses, os dois esperavam o primeiro filho juntos.
Juliana estava grávida de quatro meses, e o casal planejava um chá revelação, pois ainda não sabia o sexo do bebê.
Ela também era mãe de um menino de 11 anos.
Juliana teve o corpo esquartejado pelo ex-companheiro, afirmou a Polícia Civil em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (15).
Ela ficou desaparecida por dois dias até ser localizada. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Os suspeitos foram apontados como o ex-marido da vítima, Diego Marques Alves, e a atual noiva dele, Geovana Maria Vieira.
Os dois foram presos em flagrante por ocultação de cadáver.
O suspeito tem um filho de 11 anos com Juliana.
Stéfano chorou ao recordar a companheira.
Segundo ele, o filho de Juliana já foi informado sobre a morte da mãe e está muito abalado com a perda.
Juliana trabalhava havia quatro meses em uma loja.
Segundo a proprietária, ela descobriu a gravidez quando começou a trabalhar no estabelecimento e era uma ótima funcionária.
As colegas estavam organizando um chá de fraldas para ela e também lamentaram a morte.
Suspeito confessou o crime Segundo o delegado Felipe Vivas, responsável pelo caso, o suspeito confessou o crime e afirmou que matou a ex-companheira por causa de desentendimentos e problemas judiciais.
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