KBT registra alta de 51% nas exportações de papel e celulose
O KBT, terminal logístico intermodal criado pela Klabin em parceria com a Brado Logística e a TCP, completa cinco anos de operação com crescimento de 51% no volume de papel e celulose destinado à exportação.
A movimentação passou de 347 mil toneladas no primeiro ano-calendário completo de operação, em 2022, para 523,3 mil toneladas em 2025.
Localizado ao lado da unidade da Klabin em Ortigueira, no Paraná, o terminal integra a produção da companhia ao Porto de Paranaguá por meio da ferrovia operada pela Brado.
A estrutura é administrada pela TCP, responsável também pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá.
Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o KBT movimentou 89,7 mil TEUs, unidade equivalente a um contêiner de 20 pés, e recebeu 280 encostes de trens.
Leia Mais Aeroporto de Manaus busca reduzir prazo de entregas internacionais no Norte Dragagem emergencial do Tapajós é importante para a economia e a população Presidente do Cade quer nova análise sobre desinvestimento na BTP A operação permite que contêineres carregados nas unidades da Klabin em Ortigueira e Monte Alegre sejam direcionados ao KBT e, posteriormente, transportados por ferrovia até Paranaguá.
O modelo concentra diferentes etapas da logística e busca aumentar a previsibilidade e a eficiência do transporte de cargas destinadas ao mercado externo.
“Cinco anos depois, a evolução dos volumes demonstra a eficiência desse modelo.
A ferrovia permite concentrar grandes volumes de carga em uma única composição, com maior previsibilidade no tempo de trânsito, segurança e competitividade de custos, além de reduzir etapas logísticas e gerar ganhos ambientais importantes para uma cadeia exportadora estratégica para o Paraná”, afirma Fabio Mattos, gerente comercial da TCP.
Integração com a fábrica A proximidade entre o terminal ferroviário e a unidade industrial permite que o transporte seja planejado de acordo com o ritmo de produção da Klabin.
Segundo a Brado, essa configuração diferencia a operação no Paraná, único estado em que a empresa mantém esse tipo de integração direta com uma unidade industrial.
“O KBT consolidou um modelo logístico integrado que conecta a produção da Klabin à operação portuária de forma mais eficiente, fortalecendo nossa competitividade no mercado internacional.
Esse marco reforça como a inovação e a colaboração podem gerar valor para toda a cadeia”, afirma Cláudio Himmelreich, gerente de Operações da Klabin.
A integração também busca reduzir etapas no deslocamento da carga e aumentar a capacidade de resposta da operação ferroviária.
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