‘Serial killer’ preso vestido de mulher diz ter agido por “guerra pessoal”
Jorlan Lopes da Silva, de 33 anos, preso nesta terça-feira (15) vestido como uma mulher para tentar fugir, disse que cometeu assassinatos por “guerra pessoal” .
Jorlan responde, de maneira oficial, por ao menos 21 homicídios registrados na região do Vale do Mamanguape, no Agreste da Paraíba.
Segundo Douglas Garcia, delegado responsável pelo caso, 16 dos 21 assassinatos aconteceram entre maio e agosto deste ano .
Mesmo suspeito pelas autoridades de integrar uma organização criminosa descrita pelas autoridades como ultraviolenta, Jorlan alegou em depoimento à polícia que agiu por conta própria por revolta contra criminosos que ameaçavam sua família, expulsavam moradores locais e mataram pessoas da região.
De acordo com as investigações, o preso justificaria os crimes violentos pelo “sentimento de fazer justiça com as próprias mãos” .
Para ele, as vítimas eram pessoas que o ameaçavam e eram “envolvidas com o mundo do crime”.
Leia Mais Cinco viram réus por linchamento de ciclista em Copacabana, no Rio Drogas inéditas são identificadas em amostras coletadas em festas de SP Nove suspeitos morrem em confronto com a PM de Salvador No relato, o homem afirmou que teria cometido o primeiro crime aos 13 anos.
Segundo o delegado, o suspeito confessou os crimes “com muita frieza” .
Disfarce de mulher Segundo as equipes envolvidas na prisão do homem, o suspeito usava roupas femininas e estava acompanhado de uma criança de colo .
Imagens obtidas pela CNN Brasil mostram o homem com um vestido e utilizando uma peruca como disfarce.
Veja: Homem usava roupas femininas e estava acompanhado de uma criança de colo • PCPB De acordo com os policiais, a estratégia seria uma tentativa de dificultar sua identificação e escapar dos policiais .
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