Hwasa mostra que é diva de alto calibre e dispensa polidez do k-pop no Rock in Rio
Hwasa no Rock in Rio Reprodução Ao entrar (desfilar, na verdade) no Palco Mundo nesta sexta (11), Hwasa virou parte da história do Rock in Rio.
Afinal, é o dia da estreia do k-pop no festival, o que faz dela a primeira artista solo (e primeira mulher) do pop sul-coreano por aqui.
HORÁRIOS ROCK IN RIO: Confira a programação completa GALERIA: Veja fotos dos shows 5º dia Famosos curtem 5º dia; veja imagens Esses marcos combinam com a identidade da cantora: Hwasa se posiciona como uma popstar firme, desbravadora e até feminista para os moldes do k-pop.
A artista, que é integrante do girlgroup Mamamoo, consolidou sua carreira solo ao cantar sobre autoestima, empoderamento e sexualidade sem aquela polidez habitual das idols coreanas.
Deu pra ver isso logo de cara.
Hwasa já entrou com a música que leva o nome dela, seguida da enérgica “Chili”.
De microfone ligado, deixou claro que é diva pop “old-school”: canta bem, dança muito, tem presença de palco e sensualiza um bocado.
Ao contrário da maior parte dos artistas que costuma passar pelo Brasil, Hwasa não fala inglês e nem tentou muito.
Em vez disso, arriscou um “Nossa” e “Te amo” em português e deixou a maior parte para falar em coreano, com uma intérprete para traduzir. (Só nessas horas é que a gente percebe como é rara uma comunicação entre um artista de um país e público de outro, que não é intermediada pelo inglês.) “Estava doida para vê-los”, disse.
“Gostaria que vocês voltassem muito mais felizes para casa hoje.” Diferente do Nexz, que tocou mais cedo, Hwasa dispensou as bases instrumentais e ficaram só as dobras de voz.
A maior parte das músicas foi tocada por uma boa banda, que encorpou músicas como “I Love My Body” e “Kidding”, com direito a solos de bateria e guitarra.
Rolou até uma palhinha para fãs do Mamamoo – o girlgroup, um dos mais influentes do kpop, está em hiato, mas vem dando sinais de que volta em breve.
Nesta sexta, foi representado em um medley que incluiu “Décalcomanie”, “Egotistic” e “HIP”.
A plateia não sabia cantar muita coisa, mas respondia aos gritos, o que serviu.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pop & Arte.