‘Argon’: Entenda as habilidades da nova IA mais avançada do Google
O Google começou a liberar nesta semana o seu modelo de inteligência artificial (IA) mais avançado até o momento, após meses de espera e de consternação dentro da empresa pelo medo de não alcançar outras rivais como a Anthropic (Claude) e OpenAI (ChatGPT) no mercado.
Chamado de “Argon”, o Gemini 4 foi pensado para desenvolvedores e empresas, e se destaca com tarefas complexas em programação, finanças, cibersegurança e ciência.
De acordo com a empresa, o Argon foi desenvolvido para “suportar raciocínio profundo em fluxos de trabalho complexos e de longo prazo”.
O Google já usa a ferramenta internamente, e revelou em comunicado como o Argon tem “revolucionado” os fluxos de trabalho.
Anunciado oficialmente em 30 de setembro, a empresa determinou que o modelo passaria por um lançamento por etapas.
Agora, empresas e assinantes já têm acesso à nova versão da IA.
Capacidades Continua após a publicidade O modelo de IA tem grandes habilidades para programação, raciocínio, e lidar com tarefas longas e complexas, típico em ambientes empresariais.
Além disso, a empresa também destaca a relevância do modelo para tarefas que envolvem finanças, direito e tributação, além de ter grandes capacidades de atuar em modelos internos de negócios.
O Google também deu à IA capacidades para análise visual.
De acordo com eles, o Argon consegue “realizar análises gráficas profissionais, identificar detalhes em vídeos longos e tomar decisões com base em séries de documentos”.
Assim como vários outros modelos de IA, ele também se destaca na cibersegurança.
De acordo com o Google, o Argon é “altamente capaz em defesa de segurança cibernética”.
“Ele pode encontrar, validar e corrigir vulnerabilidades críticas de software de forma autônoma”, explicam.
A empresa já havia lançado o modelo, em 30 de setembro, para “defensores confiáveis” e para as equipes internas do Google, sem restrições de segurança.
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