Setembro Roxo: novas pesquisas ampliam as perspectivas de tratamento de câncer de pâncreas, um dos mais letais
O câncer de pâncreas é um dos grandes desafios da oncologia.
A doença costuma evoluir de forma silenciosa e, em muitos pacientes, os primeiros sintomas aparecem quando o tumor já está em estágio mais avançado.
O Setembro Roxo é um período dedicado à conscientização sobre a doença.
As estimativas mais recentes do Instituto Nacional de Câncer, INCA, apontam 13.240 novos casos de câncer de pâncreas por ano no Brasil entre 2026 e 2028, sendo 6.330 em homens e 6.910 em mulheres.
A Região Sul apresenta as maiores taxas estimadas de incidência do país.
Outro dado ajuda a dimensionar o impacto da doença.
Em 2023, último ano informado pelo INCA na atual estimativa nacional, 13.507 brasileiros morreram em decorrência do câncer de pâncreas, sendo 6.589 homens e 6.918 mulheres.
“O câncer de pâncreas ainda representa um desafio porque, em sua fase inicial, pode não provocar sintomas específicos.
Isso reduz a possibilidade de identificá-lo precocemente”, afirma o Dr.
Luciano S.
Biela, oncologista do Instituto de Oncologia do Paraná (IOP).
“Por isso, conhecer os fatores de risco e investigar alterações persistentes, especialmente em pessoas com maior risco para a doença, é importante para que possamos chegar ao diagnóstico o mais cedo possível”.
Sinais que não devem ser ignorados O pâncreas está localizado na parte superior do abdome e participa tanto da digestão quanto do controle da glicose no organismo.
Segundo o INCA, aproximadamente 90% dos cânceres diagnosticados no órgão são adenocarcinomas, tumores que se originam no tecido glandular.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.