sábado, 10 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› NASCAR Truck: Riggs vence em Charlotte após batalha dramática e encosta na liderança› Ex-UFC Tim Kennedy leva três tiros em emboscada no Congo› MotoGP responde pilotos que dizem não ter tido voz nas mudanças de 2027› Novo diretor do Australian Open erra nomes de Sinner e Rybakina em discurso› 'Verity' é um ótimo suspense psicológico que lembra muito 'Misery'› Lucas celebra retorno pelo São Paulo e espera Morumbis: 'Vou voltar mais forte'› Conmebol confirma Vasco x Boca Juniors no Maracanã após determinação da Justiça› MotoGP: Márquez minimiza chance de pódio na Indonésia e vê vantagem "real" de meio segundo da Aprilia› Carille quer voltar ao Corinthians, mas parte financeira trava negócio› 'É mão': CBF divulga áudio do VAR de expulsão de Jorginho em Santos x Fla› NASCAR Truck: Riggs vence em Charlotte após batalha dramática e encosta na liderança› Ex-UFC Tim Kennedy leva três tiros em emboscada no Congo› MotoGP responde pilotos que dizem não ter tido voz nas mudanças de 2027› Novo diretor do Australian Open erra nomes de Sinner e Rybakina em discurso› 'Verity' é um ótimo suspense psicológico que lembra muito 'Misery'› Lucas celebra retorno pelo São Paulo e espera Morumbis: 'Vou voltar mais forte'› Conmebol confirma Vasco x Boca Juniors no Maracanã após determinação da Justiça› MotoGP: Márquez minimiza chance de pódio na Indonésia e vê vantagem "real" de meio segundo da Aprilia› Carille quer voltar ao Corinthians, mas parte financeira trava negócio› 'É mão': CBF divulga áudio do VAR de expulsão de Jorginho em Santos x Fla
Brasil

Operação do Gaeco investiga desvios de mais de R$ 600 milhões em recursos públicos em Imperatriz

G1 Maranhão ·
Operação do Gaeco investiga desvios de mais de R$ 600 milhões em recursos públicos em Imperatriz

Gaeco apreende aviões e carros de luxo em operação contra fraudes em Imperatriz O Ministério Público do Maranhão (MPMA) deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Faenerator, que cumpriu mandados de busca e apreensão contra investigados por agiotagem, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra a administração pública.

As diligências foram realizadas em Imperatriz, João Lisboa e Buritirana, no oeste do Maranhão, em residências, sedes de empresas e propriedades rurais relacionadas aos investigados.

A operação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), por meio do Núcleo Regional de Imperatriz, com apoio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil (Seic), da Polícia Militar e da Coordenadoria de Assuntos Estratégicos e Inteligência (Caei) do MPMA.

A ação foi autorizada pela Vara Especial Colegiada dos Crimes Organizados. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Segundo o MPMA, a operação é resultado do aprofundamento e do cruzamento de elementos reunidos nas operações Regalo, Timoneiro e Pavimentum, realizadas anteriormente pelo Gaeco para apurar irregularidades envolvendo recursos públicos e empresas contratadas no âmbito da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Imperatriz (Sinfra).

Os alvos fazem parte de um núcleo financeiro suspeito de atuar no financiamento de empresas envolvidas em contratos e obras públicas no município de Imperatriz.

Entre elas, estão empreiteiras que já haviam sido investigadas por desvios de recursos da Sinfra.

De acordo com as investigações, há indícios de que os crimes ocorrem pelo menos desde 2017.

Como funcionava o esquema, segundo o MPMA De acordo com o Ministério Público, o grupo fornecia dinheiro a empresários por meio de empréstimos com cobrança de juros.

Paralelamente, utilizava pessoas físicas, empresas e diferentes operações financeiras e patrimoniais para ocultar e dissimular a origem dos valores.

As investigações apontam que empreiteiras procuravam o grupo quando precisavam de recursos imediatos para iniciar obras, manter o fluxo de caixa ou cumprir compromissos financeiros.

Ainda segundo o MPMA, o dinheiro era emprestado sem garantias formalizadas, com juros que variavam entre 3,5% e 4% ao mês.

Em caso de atraso, também eram cobrados encargos adicionais.

Como garantia, eram usados cheques e notas promissórias que ficavam fora do sistema bancário e serviam como instrumentos físicos de controle das dívidas.

A investigação também identificou movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade econômica declarada por algumas empresas ligadas ao grupo.

Ler a notícia completa no G1 Maranhão ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Maranhão.

Mais de G1 Maranhão

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›