Toffoli libera campanha digital de Renan Santos, repasses de recursos e participação em debates
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Dias Toffoli liberou a campanha digital de Renan Santos, do Missão, à Presidência da República.
A decisão foi tomada nesta terça-feira (1º), após ter restringido a campanha digital do candidato neste final de semana.
O ministro liberou a realização de propaganda eleitoral da chapa presidencial do Missão por meio dos endereços eletrônicos de sítio, blog, rede social, sítio de mensagens instantâneas e aplicações de internet assemelhadas que já estejam registrados no sistema do TSE.
Além disso, liberou o direito de participar de debates em rádio, televisão, podcasts ou quaisquer outros meios de comunicação e de receber repasses do Fundo Eleitoral.
Agora no g1 Na decisão, o ministro determinou ainda que as plataformas de redes sociais restabeleçam o funcionamento dos perfis do candidato.
Nesta terça, a Meta e o TikTok informaram ao TSE retiraram do ar os perfis de Renan Santos citados na decisão do ministro Dias Toffoli que restringiu parte da campanha digital do candidato do Missão à Presidência da República.
A decisão de Toffoli faz parte da análise do pedido de registro de candidatura de Renan Santos.
As restrições haviam sido impostas por Toffoli no domingo (30) depois que Renan informou 16 perfis nas redes sociais, com 12 dias de atraso.
Ao pedir o registro de candidatura, Renan informou ter apenas um site e um perfil no X.
O TSE afirmou que 16 perfis foram informados fora do prazo e, portanto, não poderiam continuar com as postagens.
RELEMBRE: Estreante em eleições, Renan Santos é empresário e fundador do MBL Segundo o ministro, perfis irregulares estariam divulgando conteúdos favoráveis ao candidato.
Instantes antes de sair a nova decisão de Dias Toffoli, Renan Santos voltou a criticar, em coletiva de imprensa, a suspensão de parte de sua campanha digital e relacionou as restrições às críticas que tem feito aos envolvidos no caso Banco Master.
Renan afirmou que vinha publicando reiteradamente conteúdos sobre o caso e disse não acreditar que a decisão contra sua campanha tenha ocorrido por “coincidência”.
Renan afirmou ainda que orientou seus advogados a não participar de uma reunião no gabinete de Toffoli para discutir as restrições à campanha.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.