Homem é preso suspeito de torturar ex-companheira e ameaçar matar filho em Resende
Delegacia de Resende Divulgação/Polícia Civil Um homem foi preso em flagrante nesta terça-feira (1º), em Resende (RJ), suspeito de tortura contra a ex-companheira, em um caso de violência doméstica e familiar.
Segundo a Polícia Civil, a vítima relatou ter recebido ameaças de morte contra ela e o filho do casal, de 14 anos.
Ainda de acordo com a corporação, a mulher procurou a delegacia de Resende e apresentou capturas de tela, mensagens e áudios enviados pelo ex-companheiro.
Ela contou que manteve um relacionamento com o homem por cerca de 17 anos e deixou a casa em julho deste ano, alegando sofrer violência psicológica.
Vídeos em alta no g1 ✅Clique aqui e entre no canal do g1 no WhatsApp A Polícia Civil também informou que após a vítima informar que não pretendia retomar o relacionamento, o homem continuou tentando intimidá-la.
Desde 29 de agosto deste ano, ele teria enviado mensagens dizendo que, caso ela não voltasse até 15 de setembro, pegaria o filho do casal e o mataria.
Na madrugada desta terça-feira (1°), ainda segundo o relato, o suspeito enviou uma fotografia do adolescente acompanhada da mensagem: "Vai guardando de lembrança, você acha que não tenho coragem?".
Ele também teria enviado um áudio ameaçando provocar um acidente de trânsito para matar a si próprio e o filho.
A corporação informou ainda que em depoimento aos agentes, a vítima afirmou que o ex-companheiro vinha compartilhando fotografias do adolescente, conteúdos relacionados à perda de filhos e imagens de armas de fogo pelo WhatsApp, insinuando que estaria armado.
Após o relato, os policiais civis foram até o endereço do suspeito no bairro Vila Nossa Senhora de Fátima, e o levaram para a delegacia.
Segundo a Polícia Civil, em depoimento, o homem admitiu ter enviado os áudios, mas afirmou que estava com raiva no momento e que não seria capaz de fazer mal ao filho.
Ele disse ainda estar arrependido.
O suspeito permaneceu preso em flagrante na delegacia de Resende, onde o caso foi registrado como tortura em contexto de violência doméstica e familiar.
A Polícia Civil segue investigando o caso e deve analisar as mensagens, áudios, fotografias e outros elementos digitais apresentados pela vítima.
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