Perda de filhote e busca por 'lugar seguro': a história por trás do elefante-marinho flagrado bocejando em praia de SC
Elefante-marinho é flagrado bocejando e coçando a cabeça praia de sc - A fêmea de elefante-marinho-do-sul vista bocejando e coçando a cabeça em uma praia de São Francisco do Sul, no Norte de Santa Catarina, é o mesmo animal que perdeu um filhote em Jaguaruna, no Sul do estado, no fim do mês passado.
A conclusão, baseada em marcas no corpo do indivíduo, foi divulgada pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).
Essas informações ajudam a contar a trajetória da passagem do animal pelo estado.
A distância entre Jaguaruna e São Francisco do Sul é de cerca de 320 quilômetros. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp O elefante-marinho foi visto pela primeira vez em 25 de setembro em Jaguaruna.
No dia seguinte, já estava com o filhote.
As fêmeas da espécie acumulam reservas para poderem ficar sem se alimentar enquanto amamentam os filhotes.
Elefante-marinho em São Francisco do Sul PMP Univille/Divulgação Portanto, o animal que foi visto tinha como permanecer um tempo descansando no estado, explicou a coordenadora do PMP-BS do trecho que inclui São Francisco do Sul, Jenyffer Vierheller Vieira.
“Neste momento, esta fêmea deveria estar amamentando, ela estava preparada para esse período.
Infelizmente o filhote veio a óbito, portanto, ela tem muita reserva energética se quiser ficar descansando aqui por um tempo.
A questão é ela encontrar um local onde se sinta segura, que geralmente são praias mais isoladas ou pouco urbanizadas”, disse a coordenadora.
A fêmea foi vista pela última vez na quarta-feira (7) na praia de Ubatuba, em São Francisco do Sul.
Em SC, animal foi visto em dois municípios Em 25 de setembro, a fêmea é vista em Jaguaruna.
No dia seguinte, o filhote nasce na praia. 🏖️ O nascimento foi considerado raro no litoral do estado, segundo a professora Morgana Gaidzinski, coordenadora do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Pelotas (PMP).
"Esses animais costumam se reproduzir somente em colônias na Patagônia Argentina.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.