Entidades do saneamento propõem agenda de universalização a próximo governo
Com a metade do prazo para o cumprimento das metas do marco legal já transcorrido e diante de um período decisivo para o saneamento, organizações do setor apresentaram aos presidenciáveis medidas para viabilizar a universalização dos serviços até 2033.
Entre as entidades estão o Instituto Trata Brasil, a Asfamas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais para Saneamento), a Aesbe (Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento), a Abes (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental) e a Abcon (Associação Brasileira das Empresas de Saneamento) .
Segundo as associações, o período do próximo mandato no Executivo, entre 2027 e 2030, é essencial e decisivo para a execução dos investimentos necessários.
Leia Mais Bônus de Itaipu deve aliviar pressão de energia elétrica no IPCA de agosto Saneamento cobra novamente governo por suspensão do uso de flúor na água Largo amplia produção na Bahia para cobre, platina, ouro e outros metais No documento, as entidades afirmam que, ao apresentarem as propostas, buscam antecipar o debate sobre os instrumentos legais, financeiros e regulatórios necessários para universalizar os serviços.
As propostas devem ser usadas como referência do setor nas discussões com o Congresso, com o Executivo e com os candidatos a presidente ao longo do processo eleitoral deste ano.
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