Ídolo de Athletico e Palmeiras, Oséas revive clima da Arena da Baixada: "Era uma Bombonera"
Oséas relembra vitória histórica do Athletico contra o Palmeiras Ídolo de Athletico e Palmeiras, Oséas conhece bem os dois lados do confronto deste sábado, pelo Brasileirão.
Hoje empresário do ramo imobiliário e morando em Salvador, o ex-atacante acompanha os clubes que marcaram a carreira e acredita em um duelo equilibrado, ainda que com um leve favoritismo do Furacão.
Baú do Esporte lembra vitória do Atlético-PR sobre o Palmeiras, em 1996 — Tanto o Palmeiras como o Athletico estão passando por uma boa fase.
A qualidade que o Palmeiras tem, uma equipe muito forte.
Athletico também está aí gradativamente, tem o centroavante, o Viveiros, que está em uma excelente fase — comentou, em entrevista ao ge. — Vai ser um jogo difícil para ambas as partes.
Mas, como se trata de um jogo na Baixada, eu acho que tem um pequeno favoritismo para o Athletico — opinou. + Tabela completa do Brasileirão Autor de gol em vitória emblemática há 30 anos A opinião vem de quem já viveu momentos marcantes com a camisa do Athletico.
Em 1996, Oséas fez um dos gols da vitória do Athletico por 2 a 0 sobre o Palmeiras, na Baixada, um jogo emblemático no ano que marcou o retorno do Furacão à elite do futebol brasileiro. — Recordo muito bem, o Palmeiras vinha de bastantes jogos sem perder, mas caiu na Baixada.
Tive a felicidade de ter feito um gol.
O Palmeiras tinha Velloso, o Clebão, enfim, a gente sabia a dificuldade que tinha, principalmente o atacante sabia a zaga que tinha.
Mas fui feliz, né? Numa cabeçada, subi mais do que Clebão e acabei fazendo o primeiro gol da nossa vitória — contou. + Mais notícias do Athletico + Mais notícias do Palmeiras O gol saiu em uma jogada que explorou uma das principais características do centroavante: o cabeceio.
Oséas também fez questão de lembrar a qualidade dos cruzamentos do lateral Alberto Valentim, hoje treinador do Operário-PR. — Nós tínhamos uma qualidade do Alberto, cruzando com uma qualidade imensa.
E, como o meu forte sempre foi o cabeceio, treinava muito para isso.
Acabei ganhando aí do zagueiro, acho que foi o Clebão, e cabeceando para baixo ali, que o Veloso não conseguiu pegar a bola.
Tempos bons, maravilhosos, jamais serão esquecidos — relembrou.
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