SLC Agrícola aprova emissão de R$ 515,5 milhões em CPR-F
A SLC Agrícola aprovou a realização de sua primeira emissão de CPR-F (Cédulas de Produto Rural com Liquidação Financeira), no valor total de R$ 515,48 milhões, informou a companhia nesta sexta-feira (11).
A operação foi aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada nesta sexta.
Serão emitidas 515.480 CPR-F, com valor nominal unitário de R$ 1 mil e vencimento em 15 de setembro de 2033.
Os títulos terão remuneração equivalente a 95,5% da variação acumulada da Taxa DI e serão amortizados em duas parcelas iguais, com pagamentos previstos para 15 de setembro de 2031 e na data de vencimento.
Leia Mais CPRs representam 49,2% dos recursos contratados no início da safra 2026/27 Crédito privado do agro soma R$1,34 tri em abril, diz Ministério Renegociação de CPR é grande destaque da MP das dívidas rurais A emissão será destinada exclusivamente a investidores profissionais, por meio de distribuição pública sob o rito de registro automático.
O Banco Bradesco BBI será o coordenador líder da operação e terá garantia firme de colocação da totalidade dos títulos.
Para assegurar o cumprimento das obrigações financeiras da emissão , as CPR-F contarão ainda com fiança bancária do Banco Bradesco, correspondente a 100% do saldo devedor dos títulos, acrescido da remuneração e dos demais encargos previstos na operação.
Exposição ao dólar De acordo com a SLC Agrícola, os recursos captados serão integralmente contratados com uma operação de swap para dólar norte-americano.
Com isso, a operação passará a refletir a variação da moeda norte-americana acrescida de um spread de 6,15% ao ano.
Os recursos serão destinados exclusivamente às atividades da companhia vinculadas ao agronegócio, incluindo produção, comercialização e beneficiamento de produtos agrícolas , além do custeio e de investimentos relacionados a essas operações.
A companhia informou que os documentos relativos à emissão e à oferta serão disponibilizados em seu site de Relações com Investidores e nos sistemas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
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