Entenda a investigação da PF sobre Castro e fraudes em refinaria
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (14), a segunda fase da Operação Sem Refino , para investigar os crimes de lavagem de dinheiro e sonegação envolvendo o setor de combustíveis no Rio de Janeiro e tem como um dos alvos o ex-governador Cláudio Castro (PL).
Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Um dos mandados é cumprido em uma casa em Petrópolis que é investigada por ser sede de uma série de negociações fraudulentas.
Leia Mais Cláudio Castro volta a ser alvo de busca e apreensão em operação da PF Recurso de Bolsonaro será analisado pela primeira turma do STF Fachin é aconselhado a deixar caso de jornalista maranhense na 1ª Turma Na primeira fase da operação , em maio deste ano, a PF mirou além de Castro o dono da refinaria Refit, Ricardo Magro , e determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas dos alvos.
À época a operação investigava a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial , dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior .
Castro como alvo da PF O ex-governador também foi alvo da PF na operação Compliance Zero , que investiga o Caso do Banco Master , na qual a investigação apontou indícios de vínculo próximo com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e desvios em empresa de previdência do Rio.
Segundo a decisão, o ex-governador tinha um “vínculo pessoal estreito com o controlador do Banco Master , caracterizado por encontros frequentes, inclusive em ambientes privados e no exterior , custeados pelo banqueiro, com elevada coincidência temporal em relação aos aportes bilionários do RioPrevidência.” Outro lado À CNN , a defesa de Cláudio Castro negou que o ex-governador tenha participação em irregularidades envolvendo a Refit.
Segundo a nota, a defesa ainda diz desconhecer “o conteúdo integral da denúncia”.
Veja a nota na íntegra: A defesa do ex-governador Cláudio Castro nega qualquer participação em irregularidades envolvendo a Refit e esclarece que o endereço alvo de buscas em Petrópolis não tem qualquer ligação com ele há meses.
Atualmente, não há nenhum endereço ligado ao ex-governador na região.
A defesa ainda desconhece o conteúdo integral da denúncia e dos elementos que fundamentaram a operação e aguarda que os advogados tenham acesso aos autos para se manifestar de forma mais detalhada.
Todos os atos praticados durante sua gestão seguiram critérios técnicos, jurídicos e administrativos previstos na legislação.
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