terça-feira, 13 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Polícia caça hackers que invadiram sistema de refrigeração de redes de mercados na França› Google lança modelo de IA de ponta Gemini 4 Argon para desenvolvedores e empresas› "Sessão brutal" para ações do setor de chips mostra que tendência da IA está mudando› Bolsas europeias caem com forte vendas de ações do setor de chips› ANPD analisa recurso do Discord contra suspensão de lives no Brasil› Meta questiona órgão regulador de segurança online do Reino Unido sobre forma como taxas e multas são calculadas› Anthropic alerta para IA capaz de se autorreplicar em dispositivos conectados› Polícia da Alemanha investiga assédio com robô controlado à distância› Apple lança novos produtos para casa inteligente com Siri atualizada› Ser humano não está preparado para ir a Marte, diz astronauta francesa da ISS› Polícia caça hackers que invadiram sistema de refrigeração de redes de mercados na França› Google lança modelo de IA de ponta Gemini 4 Argon para desenvolvedores e empresas› "Sessão brutal" para ações do setor de chips mostra que tendência da IA está mudando› Bolsas europeias caem com forte vendas de ações do setor de chips› ANPD analisa recurso do Discord contra suspensão de lives no Brasil› Meta questiona órgão regulador de segurança online do Reino Unido sobre forma como taxas e multas são calculadas› Anthropic alerta para IA capaz de se autorreplicar em dispositivos conectados› Polícia da Alemanha investiga assédio com robô controlado à distância› Apple lança novos produtos para casa inteligente com Siri atualizada› Ser humano não está preparado para ir a Marte, diz astronauta francesa da ISS
Entretenimento

Entre dados e experiência: como Som Livre e Fanfirst pensam o superfã brasileiro

Tenho Mais Discos Que Amigos ·
Entre dados e experiência: como Som Livre e Fanfirst pensam o superfã brasileiro

Bruno Martins, Daniela Barcellos e Fernanda Souza Uma corrida na Lagoa Rodrigo de Freitas com after party.

Um encontro intimista onde os fãs presenteiam o próprio artista.

Uma plataforma nascida em 2026 para tirar intermediários do caminho entre quem canta e quem escuta.

São formatos diferentes, mas todos giram em torno da mesma pergunta que hoje movimenta o mercado da música brasileira: como transformar quem já ama um artista em alguém que vive esse amor todos os dias? Na Som Livre , a resposta passa por dados – mais especificamente pela plataforma global Fansifter , da Sony, orientando ações como as feitas com Ryu, The Runner , Yago Oproprio e Vulgo FK .

Na Fanfirst , plataforma brasileira de relacionamento direct-to-fan, a resposta passa por encurtar a distância entre artista e público sem depender de outras estruturas.

Para entender como essas duas visões se cruzam, conversamos com Daniela Barcellos , gerente sênior de Marketing Digital e head de Fan Engagement e Mídia da Som Livre; Fernanda Souza , coordenadora de Label Marketing da gravadora, responsável por campanhas como as citadas acima; e Bruno Martins , fundador do Fanfirst e da Shake Music.

A seguir, os três comentam dados, cases reais e o que ainda falta amadurecer no mercado brasileiro de superfãs.

Confira! TMDQA! Entrevista: as experiências com superfãs TMDQA!: Como vocês definem, na prática, a diferença entre “fã” e “superfã” dentro da estratégia de vocês, existe um critério de dados que separa esses dois grupos, ou é mais uma questão de comportamento? Daniela: Sim, existe um critério baseado em dados definido pelo grupo Sony associado às métricas das DSP´s de música e plataformas de social.

Fernanda: A estratégia definida sempre vai depender do nosso objetivo principal com a ação.

Quando queremos amplificar o alcance, permitir que o público de qualquer lugar participe ou queremos expandir a base de dados de superfãs seguimos com ações digitais.

Quando buscamos aprofundar vínculo do superfã com o artista, trazer pertencimento ou mobilizar uma praça específica, optamos pelas ações presenciais, que claro, sempre estarão alinhadas com cada projeto/artista.

Bruno: Um dos problemas hoje é a falta de ferramentas que possuímos no mercado para mensurar esse comportamento dos fãs, sendo a maioria dos dados disponíveis relacionados à compra de ingressos e não de consumo de música, de forma mais ampla.

TMDQA!: O mercado brasileiro de superfandom ainda é iniciante comparado ao americano, mas cresce rápido.

Ler a notícia completa no Tenho Mais Discos Que Amigos ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.

Mais de Tenho Mais Discos Que Amigos

Ver tudo ›

Mais em Entretenimento

Ver tudo ›