Entre dados e experiência: como Som Livre e Fanfirst pensam o superfã brasileiro
Bruno Martins, Daniela Barcellos e Fernanda Souza Uma corrida na Lagoa Rodrigo de Freitas com after party.
Um encontro intimista onde os fãs presenteiam o próprio artista.
Uma plataforma nascida em 2026 para tirar intermediários do caminho entre quem canta e quem escuta.
São formatos diferentes, mas todos giram em torno da mesma pergunta que hoje movimenta o mercado da música brasileira: como transformar quem já ama um artista em alguém que vive esse amor todos os dias? Na Som Livre , a resposta passa por dados – mais especificamente pela plataforma global Fansifter , da Sony, orientando ações como as feitas com Ryu, The Runner , Yago Oproprio e Vulgo FK .
Na Fanfirst , plataforma brasileira de relacionamento direct-to-fan, a resposta passa por encurtar a distância entre artista e público sem depender de outras estruturas.
Para entender como essas duas visões se cruzam, conversamos com Daniela Barcellos , gerente sênior de Marketing Digital e head de Fan Engagement e Mídia da Som Livre; Fernanda Souza , coordenadora de Label Marketing da gravadora, responsável por campanhas como as citadas acima; e Bruno Martins , fundador do Fanfirst e da Shake Music.
A seguir, os três comentam dados, cases reais e o que ainda falta amadurecer no mercado brasileiro de superfãs.
Confira! TMDQA! Entrevista: as experiências com superfãs TMDQA!: Como vocês definem, na prática, a diferença entre “fã” e “superfã” dentro da estratégia de vocês, existe um critério de dados que separa esses dois grupos, ou é mais uma questão de comportamento? Daniela: Sim, existe um critério baseado em dados definido pelo grupo Sony associado às métricas das DSP´s de música e plataformas de social.
Fernanda: A estratégia definida sempre vai depender do nosso objetivo principal com a ação.
Quando queremos amplificar o alcance, permitir que o público de qualquer lugar participe ou queremos expandir a base de dados de superfãs seguimos com ações digitais.
Quando buscamos aprofundar vínculo do superfã com o artista, trazer pertencimento ou mobilizar uma praça específica, optamos pelas ações presenciais, que claro, sempre estarão alinhadas com cada projeto/artista.
Bruno: Um dos problemas hoje é a falta de ferramentas que possuímos no mercado para mensurar esse comportamento dos fãs, sendo a maioria dos dados disponíveis relacionados à compra de ingressos e não de consumo de música, de forma mais ampla.
TMDQA!: O mercado brasileiro de superfandom ainda é iniciante comparado ao americano, mas cresce rápido.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.