Flávio confirma visita a Bolsonaro na terça: “Ansioso para dar um abraço”
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que visitará o pai, Jair Bolsonaro (PL) , nesta terça-feira (13).
O ex-chefe do Executivo cumpre prisão domiciliar em Brasília, após ser condenado a 27 anos e três meses de detenção pela trama golpista.
A confirmação de Flávio ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizar que o presidenciável retome as visitas ao pai.
“Estou ansioso, são mais de três meses sem poder vê-lo por uma decisão, obviamente, sem critério nenhum, sem nenhuma humanidade, nenhum amparo legal.
Na minha avaliação, apenas com o intuito de tentar separar um líder político de quem está concorrendo à Presidência da República e separar o pai de um filho, o que eu acho que é o mais grave” , disse o candidato em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (12).
Leia Mais Defesa de Bolsonaro pede que STF reveja proibição de visitas de Flávio Moraes suspende visita de Flávio a Bolsonaro por 90 dias Moraes manda PGR se manifestar sobre pedido de visita de Flávio a Bolsonaro E continuou: “ Estou ansioso para dar um abraço forte nele, primeiro de tudo.
Ver como está o rosto dele, como está o ânimo dele com tudo o que aconteceu, porque só estou sabendo por terceiras pessoas.
Espero olhar no olho dele, dar um abraço e espero que ele esteja feliz.” A coletiva de imprensa aconteceu depois de Flávio participar de uma missa da Equipe Organizadora e Consagração das Partículas, em Brasília, em homenagem a Nossa Senhora de Aparecida, padroeira do Brasil.
O candidato a vice-presidente na chapa puro-sangue de Flávio, Alfredo Gaspar (PL), esteve presente na agenda.
A esposa do senador, Fernanda Bolsonaro , também compareceu à cerimônia.
A participação do presidenciável na missa ocorreu em meio à disputa pelo eleitorado católico no segundo turno das eleições e após a fake news envolvendo a padroeira do Brasil.
Na reta final do primeiro turno, circularam nas redes sociais informações falsas de que Flávio pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do país, caso fosse eleito presidente.
A informação foi associada a um projeto de lei apresentado em 2007 pelo então deputado federal Victório Galli , posteriormente ligado ao governo de Jair Bolsonaro.
A proposta, que pretendia alterar a denominação da padroeira, foi arquivada em 2008 e não teve participação de Flávio.
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