De invenção com IA a cães terapeutas: alunos desmistificam ciência em feira na UFMS
De invenção com IA a cães terapeutas: alunos desmistificam ciência em feira na UFMS Estudantes da educação básica de todo o estado apresentam 450 projetos científicos no ginásio Moreninho, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande.
Os trabalhos integram a 16ª edição da Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul (FETEC MS 2026).
O evento ocorre até esta terça-feira (20), dentro da programação do Integra UFMS, reúne trabalhos inovadores de alunos de 45 municípios de Mato Grosso do Sul. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Criada em 2011 com apenas 98 projetos de 10 cidades, a feira é hoje a terceira maior do gênero voltada para a educação básica no Brasil.
A organização reúne avaliadores de universidades de vários estados e conta com o apoio de universitários que participaram de edições anteriores Segundo o coordenador e criador da FETEC MS, Ivo Leite Filho, a feira incentiva a cidadania e o protagonismo dos jovens por meio do método científico.
"Nós não estamos procurando gênios, estamos procurando jovens e crianças que querem sonhar e viver melhor com suas ideias".
Dispositivo para gamificação e uso de IA Entre as pesquisas de destaque da feira está o protótipo "Bomb Smart", desenvolvido pela estudante Eloisa Amaral Dias de Souza, do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) de Campo Grande.
O projeto usa a gamificação para transformar a sala de aula em um jogo de mistério no estilo Escape Room.
A aluna aplicou conceitos de Engenharia 5.0, impressão 3D e programação via Arduino para criar um aparelho com temporizador e efeitos sensoriais.
O dispositivo simula pressão psicológica para estimular o raciocínio lógico e o trabalho em equipe.
"Eu desenvolvi o projeto pensando no engajamento dos alunos em sala de aula.
Aprendi tudo do zero utilizando o movimento maker e fabricação digital.
Para o software, usei auxílio de inteligência artificial para estruturar a programação na placa", explicou a aluna.
Teste antimicrobiano do 'coração' da bananeira Livro exposto em feira Emilenne Queiroz Na área de saúde e biologia, as estudantes Ana Julia Tamazia Cardozo, Camila Correia de Lima e Rafaela Basto Alves, da Escola Estadual Padre Franco Delpiano, analisaram o potencial antimicrobiano da flor da bananeira, conhecida popularmente como "coração da bananeira".
O estudo testou a seiva (exsudato) da planta contra bactérias e desmistificou o uso popular da flor como antibiótico natural.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.