Fifa mira superávit histórico no Brasil para a Copa Feminina de 2027
Fifa mira superávit histórico no Brasil para a Copa Feminina de 2027 Um dos objetivos da FIFA é fazer da Copa do Mundo Feminina no Brasil 2027, a primeira com superávit na história da modalidade.
Em busca de adequar a estrutura dos estádios para o evento, o comitê organizador realiza rodada de visitas às oito cidades-sede neste mês de setembro.
Copa Feminina: Fortaleza recebe nove jogos em 2027 na Arena Castelão Em inspeção à Arena Castelão, em Fortaleza, neste domingo (20), o diretor-executivo de operações da Copa do Mundo Feminina da Fifa, Thiago Jannuzzi, destacou uma meta da entidade para o evento no Brasil.
A Copa do Mundo Feminina de 2019, na França, tinha o patamar, mas ainda não foi superavitária.
Já a Copa da Austrália e Nova Zelândia, em 2023, foi um evento que se pagou.
A gente vem observando a evolução financeira e econômica desse tipo de evento com a expectativa de que a próxima edição seja a primeira Copa do Mundo Feminina da Fifa superavitária.
Isso mostra para todos os entes que trabalham com a modalidade que, sim, o futebol feminino pode ser superavitário.
Depende do investimento que se faz, e não é um investimento de curto prazo, ele demora a retornar, mas, sim, ele retorna." Legado cultural A valorização do futebol feminino passa por uma mudança de pensamento sobre a modalidade.
Um dos pontos que a FIFA leva em consideração é a valorização do trabalho das mulheres dentro de clubes e confederações ligadas à entidade, como afirma Thiago Jannuzzi.
A gente tem trabalhado muito essa questão cultural no legado para esta Copa do Mundo Feminina de 2027, buscando uma mudança de cultura, de entendimento e de patamar do futebol feminino.
Ver esse estádio lotado nos nove jogos que a Arena Castelão vai receber é mais do que um incentivo ao povo brasileiro para entender o quão desenvolvido e valorizado o futebol feminino é no mundo hoje em dia.
O incentivo vem, muitas vezes, do próprio exemplo que a Fifa dá.
O investimento que ela vem fazendo no futebol feminino ao longo dos anos é notório." De acordo com Jannuzzi, o Brasil é um exemplo, dentro da própria FIFA, no que diz respeito à representatividade feminina na equipe.
Cerca de 70% do staff é formado por mulheres, que ocupam espaços em todas as etapas do trabalho interno no país.
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