Nossa Senhora, rogai por nós!
Por fim, do mundano, elevamo-nos ao sagrado.
A celebração do Dia de Nossa Senhora Aparecida deixou de ser um mero feriado para se tornar uma trincheira de resistência cultural.
E antes que os apressados chamem isso de “politização da fé”, é salutar refrescar a memória com os anais da nossa própria intolerância religiosa.
Quem não se lembra do nefasto episódio dos anos 90, em que a imagem da Santa foi chutada em rede nacional? Ou da peculiar obra poética “Um Chute na Heresia”, entoada pelo “bispo” Marcelo Crivella para enaltecer o ato? Diante de um passado tão pitoresco e documentado, defender a padroeira como um símbolo da religiosidade popular não é política; é um instinto básico de sobrevivência contra a intolerância.
Afinal, neste grande espetáculo brasileiro, só não enxerga o óbvio quem, por conveniência, fechou os olhos para a história.
Vai ou racha… Roberta Lins é ou não é candidata a alguma coisa? Pelo andar da carruagem… é! Ou talvez não.
Fica o mistério no ar.
Quem tem a bola de cristal — e o passe mais caro do atual leilão político acreano — para responder a isso é Alysson Bestene.
E ele garante que a sua cara metade será candidata a Embaixadora da prefeitura para assuntos sociais, com salário 0800.
O cargo é voluntário.
Hummm….
Abre o olho, Alysson! O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, que se cuide.
Aquelas “figuras influentes” do Gabinete Civil da era Bocalom, que foram devidamente escanteadas na atual gestão, continuam agindo nas sombras.
Fica a pergunta que não quer calar: receber empresários na calada da noite para definir o quê, exatamente, sem o aval do prefeito? O roteiro de filme de máfia está pronto.
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