R$24,3 bi em penduricalhos – é urgente uma reforma administrativa
Estudo realizado pela FGV mostra que R$24,3 bilhões foram pagos em penduricalhos – auxílios e verbas indenizatórias – acima do teto constitucional para 67,3 mil servidores.
Não se trata aqui de ser contra o pagamento de altos salários para elite do funcionalismo público, mas combater os excessos e os privilégios.
Juízes e promotores devem ser bem remunerados, pois são profissões com alto grau de qualificação e responsabilidade com a sociedade brasileira.
Uma boa remuneração contribui inclusive para reduzir incentivos à corrupção no Poder Judiciário.
No entanto, a remuneração total dessas carreiras já passou da razoável diante da realidade fiscal brasileira.
A quantia de R$24,3 bilhões em penduricalhos poderia ter sido utilizada em investimentos com saneamento básico, por exemplo.
O investimento em tratamento de água e em rede esgoto contribui significativamente para reduzir doenças, melhorando também o aprendizado na fase escolar.
Em resumo, o investimento em saneamento melhora a saúde, que impacta favoravelmente os índices de educação, contribuindo para o aumento da produtividade do país.
Esse exemplo é apenas um de centenas, mostrando como os R$24,3 bilhões poderiam ser melhor utilizados pelo Estado brasileiro.
É urgente a aprovação de uma reforma administrativa a fim de acabar com esses privilégios e desperdícios, a fim de e tornar a máquina pública mais eficiente.
Difícil será convencer a classe política a enfrentar justamente aqueles que os julgam, principalmente quando o telhado é de vidro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jovempan.com.br — o conteúdo pertence a Jovem Pan.