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Construída há mais de 30 anos, passarela das Cataratas do Iguaçu resistiu a 46 milhões de litros de água por segundo; conheça a história

G1 ·
Construída há mais de 30 anos, passarela das Cataratas do Iguaçu resistiu a 46 milhões de litros de água por segundo; conheça a história

Conheça a história da construção das Cataratas do Iguaçu Para construir a passarela das Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, foi necessário desviar temporariamente o Rio Iguaçu e deixar parte do leito seco.

A obra, iniciada em 1992, enfrentou enchentes que arrastaram equipamentos e deu origem à estrutura que, em 2014, conseguiu resistir a uma vazão de 46 milhões de litros de água por segundo.

A passarela atual foi construída em 1992, depois que a estrutura anterior, inaugurada em 1970, foi levada pela correnteza durante uma cheia na década de 1980. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp O desafio da nova construção era garantir que a passarela resistisse à força do rio, mesmo quando a água ultrapassasse a altura do caminho utilizado pelos turistas.

Passarela das Cataradas durante a construção em 1992 RPC Para isso, os engenheiros utilizaram uma técnica de fundação que permite fixar os pilares diretamente na rocha do leito do rio.

Mas, antes de instalar as fundações, foi necessário encontrar uma forma de trabalhar em um dos trechos de maior correnteza das Cataratas.

Segundo Márcio Marcon, engenheiro que participou da execução do projeto, a primeira tentativa foi desviar o rio em um ponto próximo às quedas.

Construção das Cataratas em 1992 RPC A estratégia, no entanto, não resistiu a uma enchente.

A força da água arrastou parte da estrutura utilizada para conter a correnteza e equipamentos dos trabalhadores.

"Durante a execução da obra, foram pelo menos duas enchentes similares a essa.

Em uma delas, a gente perdeu equipamentos, obviamente nunca mais encontramos.

Mas a parte de concreto ficou absolutamente intacta", afirmou Marcon.

Leito do rio precisou ser desviado para obra RPC Depois do incidente, as equipes mudaram a estratégia e fizeram um novo desvio, desta vez a alguns quilômetros das Cataratas.

Com a água afastada do local da obra, os trabalhadores conseguiram perfurar a rocha e instalar as fundações que sustentam a passarela.

Segundo Marcon, a construção envolveu equipes que variavam entre 20 e 30 trabalhadores.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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