segunda-feira, 12 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Argentina deporta jornalista brasileiro crítico de Milei e cancela sua residência no país› Áudios revelam ameaças de invasão a Terra Indígena caso Flávio Bolsonaro vença eleições› ICE faz buscas em casa de parlamentar imigrante opositora de Trump› Brasil amplia exportações, supera EUA e projeta liderança em lista de potências agrícolas› Naufrágio em Djibuti deixa ao menos 139 mortos em rota migratória para o Iêmen› China sanciona ministros de Paraguai e Belize por relações diplomáticas com Taiwan› Irã afirma que segurança não voltará ao estreito de Ormuz enquanto EUA mantiverem guerra› Imprensa internacional destaca mobilização pró-Lula e protagonismo da juventude nas ruas do Brasil› Premiê britânico afirma que Rússia interferiu no Brexit, mas reconhece legitimidade do resultado› Red Bull Bragantino faz 3 gols em 30 minutos, segura reação do Cruzeiro e encerra jejum› Argentina deporta jornalista brasileiro crítico de Milei e cancela sua residência no país› Áudios revelam ameaças de invasão a Terra Indígena caso Flávio Bolsonaro vença eleições› ICE faz buscas em casa de parlamentar imigrante opositora de Trump› Brasil amplia exportações, supera EUA e projeta liderança em lista de potências agrícolas› Naufrágio em Djibuti deixa ao menos 139 mortos em rota migratória para o Iêmen› China sanciona ministros de Paraguai e Belize por relações diplomáticas com Taiwan› Irã afirma que segurança não voltará ao estreito de Ormuz enquanto EUA mantiverem guerra› Imprensa internacional destaca mobilização pró-Lula e protagonismo da juventude nas ruas do Brasil› Premiê britânico afirma que Rússia interferiu no Brexit, mas reconhece legitimidade do resultado› Red Bull Bragantino faz 3 gols em 30 minutos, segura reação do Cruzeiro e encerra jejum
Últimas

As revoltas negras que desafiaram a escravidão em Alagoas

Metrópoles ·
As revoltas negras que desafiaram a escravidão em Alagoas

O plano era atacar na noite de Natal de 1815.

Enquanto a população se prepararia para as celebrações, africanos escravizados de maioria muçulmana se reuniriam.

Os tambores soariam mais fortes e a ordem colonial seria enfrentada.

Há meses eles articulavam uma revolta que envolvia distribuição de armas, contatos com quilombolas e a expectativa de conquistar a liberdade.

Nos últimos meses daquele ano, a tensão dominava as autoridades locais, que solicitaram ajuda do Exército para sufocar a conspiração.

O episódio é um dos três movimentos analisados pelo historiador Danilo Luiz Marques no artigo “Malês, Cabanos e Marimbondos: histórias da resistência negra em Alagoas (1815-1852) ”, publicado na Sankofa.

Revista de História da África e de Estudos da Diáspora Africana, em 2024.

O objetivo é investigar as formas de resistência à escravidão em Alagoas na primeira metade do século XIX, deslocando o foco da atuação das autoridades para as experiências dos escravizados e suas relações com libertos, indígenas e livres pobres.

Para Marques, as revoltas não podem ser entendidas apenas como episódios isolados de violência contra a ordem.

Elas expressavam diferentes estratégias de busca pela liberdade, que iam da organização de insurreições e formação de quilombos à participação em guerras populares e à resistência contra medidas do Estado.

A conspiração de 1815 mostra a importância das redes de sociabilidade negra.

Batuques, festas e reuniões religiosas não eram apenas manifestações culturais: podiam funcionar como espaços de comunicação, organização e planejamento.

Os revoltosos mantinham conexões com quilombos, entre eles o localizado na Gruta do Mija Cachorro.

A repressão foi severa.

Ler a notícia completa no Metrópoles ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

Mais de Metrópoles

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›