'Estou deformada': pacientes relatam sequelas físicas e emocionais após cirurgias estéticas em clínica investigada no Rio
Polícia investiga mortes e denúncias em clínica de cirurgias plásticas no RJ Enquanto a Polícia Civil apura a morte de três mulheres e suspeitas de irregularidades em cirurgias estéticas realizadas em uma clínica da Zona Sul do Rio de Janeiro, dezenas de pacientes afirmam conviver até hoje com sequelas físicas e emocionais causadas pelos procedimentos.
O inquérito reúne relatos de mulheres que sofreram infecções, necroses, deformidades e complicações graves após passarem pela unidade.
Uma delas é a professora Adriane.
O que deveria ser uma cirurgia estética no abdômen terminou com uma infecção severa e a perda de parte dos tecidos da barriga.
Ela conta que voltou à clínica após perceber que algo estava errado e recebeu a informação de que a situação era normal.
Com o passar dos dias, porém, a região operada começou a escurecer.
"Quando tiraram os curativos, começou a sair pele.
A minha pele começou a sair.
Falaram que era normal.
Depois começou a ficar preta", relatou.
Mais tarde, segundo ela, descobriu que o profissional envolvido no procedimento não era habilitado como cirurgião plástico.
"Estou deformada.
Eu não tenho barriga.
Não tenho coragem de botar minha barriga para fora, não tenho coragem de me olhar no espelho.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.