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Economia

Yduqs (YDUQ3) e Afya: Sinergia de até R$ 2,2 bilhões em união “é piso”, diz executivo

Money Times ·

A sinergia a ser gerada pela união dos grupos de ensino superior Afya e Ydqus (YDUQ3) poderá ser bem maior que a previsão de R$ 2 bilhões a R$ 2,2 bilhões anunciada no mês passado, quando as duas empresas comunicaram a combinação de negócios, disse o presidente-executivo da Afya, Virgílio Gibbon, nesta terça-feira.

Segundo o executivo, o valor de até R$ 2,2 bilhões é apenas “um piso” e há um enorme potencial a ser explorado a partir da junção dos dois grupos de ensino.

As ações da Afya exibiam alta de 2% em Nova York às 14h04 (horário de Brasília), enquanto os papeis da Yduqs mostravam avanço de 2,3% na B3. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "YDUQ3", "YDUQ3" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "536273e" } ); Gibbon, que participou de apresentação da Afya a investidores mais cedo, destacou que a projeção inclui apenas sinergias nas áreas de custos, despesas, novas tecnologias e investimento e não engloba outras oportunidades a serem exploradas.

“(A sinergia) pode ser muito maior, R$ 2 bilhões é o piso”, disse ele a jornalistas após a apresentação.

“Só como exemplo, eles (Yduqs) têm 19 unidades puro sangue em medicina que não têm um curso de saúde como marca premium; imagina a gente colocar cinco, seis cursos de saúde com tíquete médio alto e crescer a operação de saúde”, afirmou.

Ao ser questionado, quanto maior poderia ser essa sinergia para além dos R$ 2,2 bilhões previamente projetados, o executivo declarou que ainda não é possível avaliar quanto as oportunidades exploráveis poderão render no total.

A previsão de Gibbon é que 80% dos ganhos com sinergias sejam capturados nos três primeiros anos da fusão.

A união das duas empresas anunciada em setembro ainda precisa ser aprovada nas assembleias de acionistas que devem ocorrer entre fim de novembro e início de dezembro.

O Cade também precisa aprovar o negócio.

Gibbon se mostrou otimista com a aprovação da fusão pelo órgão de defesa da concorrência.

Segundo ele, a chance da fusão não ser aprovada “é muito baixa, quase zero.

Nossa sobreposição é de menos de 5% da nossa base de alunos.

Agora, será a primeira vez que o Cade vai analisar ensino superior e graduação em medicina”, disse o executivo.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

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