'O Bope fazia parte dele', diz ex-mulher de subtenente morto em tiroteio entre PMs
Enterrado o subtenente do Bope morto em tiroteio entre policiais Centenas de policiais militares acompanharam, nesta segunda-feira (12), o enterro do subtenente do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) Glaucio Marcelo da Silva, de 54 anos.
Ele morreu após ser baleado durante um tiroteio entre policiais militares do Bope e do Batalhão de Jacarepaguá, na Freguesia, na Zona Oeste do Rio. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Glaucio deixa três filhos e completaria 26 anos na Polícia Militar em dezembro.
A maior parte da carreira foi dedicada ao Bope, unidade da qual, segundo a ex-mulher, ele era apaixonado.
"O Gláucio era um apaixonado pelo trabalho dele.
Ele falava que aquilo ali fazia parte dele.
Não é que ele fazia parte do Bope. o Bope fazia parte dele.", disse ela.
A morte ocorreu na madrugada de domingo (11), na Rua Guilherme Moreira, conhecida como Beco do Saci, um dos acessos à comunidade da Gardênia Azul.
Segundo a Polícia Militar, agentes do Bope que estavam fardados e em uma viatura caracterizada abordavam o motorista de um carro quando foram confundidos com criminosos por policiais do Batalhão de Jacarepaguá, que atiraram contra eles.
Agente do Bope morto perdeu irmão há 1 ano no Rio Reprodução 20 minutos de tiros Moradores da região relataram uma intensa troca de tiros durante a madrugada.
Uma câmera de segurança de um condomínio próximo registrou o barulho dos disparos.
Uma pessoa que mora na região há 43 anos contou que acordou assustada com o tiroteio e procurou abrigo dentro de casa.
"A gente tava dormindo, normal, meio da madrugada.
Começou um tiroteio assustador, a gente acordou com o barulho.
Eu moro aqui há quarenta e três anos, nunca passei por isso dessa magnitude assim, foram vinte minutos incessantes", disse o morador.
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