4º dia de buscas: equipe de Curitiba auxilia na localização de homem desaparecido em lago após queda de jet ski em Cascavel
As buscas pelo homem desaparecido em lago na área rural de Cascavel, no Oeste do Paraná, ganharam o reforço de uma tecnologia de sonar vinda de Curitiba nesta terça-feira (25), quarto dia de operação, informou o Corpo de Bombeiros.
Alex Budke Viana, de 49 anos, desapareceu na noite de sábado (22) após cair de uma moto aquática no Reassentamento São Francisco.
Corpo de bombeiros delimita área na qual corpo do homem desaparecido em lago de Cascavel pode estar.
Foto: Reprodução/Balanço Geral Oeste A chegada de mergulhadores e do equipamento da capital busca acelerar a localização da vítima em uma área de difícil visibilidade.
Equipe de Curitiba usa sonar para localizar homem desaparecido após afogamento Uma equipe do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST), vinda da capital paranaense, opera o equipamento que emite pulsos acústicos capazes de captar ecos do fundo da represa.
O aparelho realiza um mapeamento detalhado e gera imagens de contraste que revelam o formato de objetos submersos, o que facilita a identificação de corpos.
Em seguida, para cobrir o lago de forma sistemática, os militares iniciam a navegação em um trajeto circular amplo e, gradualmente, encurtam os círculos até estreitar o perímetro de análise.
O equipamento de sonar emite pulsos acústicos e gera imagens de contraste do fundo da represa.
Foto: Reprodução/Maycon Peregrino O sonar indicou um alvo específico entre as boias em uma área com profundidade aproximada de 4,5 a 5 metros.
O sistema identificou um objeto com formato diferente da vegetação ou do acúmulo de musgo, o que levou as equipes de mergulho a concentrarem os esforços de varredura exatamente nesse ponto demarcado.
Jovem de 18 anos desaparece após dizer para família que iria a ensaio de escola de samba em Curitiba Água gelada dificulta os trabalhos no lago Os bombeiros explicaram que a temperatura extremamente baixa da represa e a água turva representam grandes desafios para o andamento dos serviços de resgate.
Isso ocorre, devido à pouca incidência de sol nos últimos dias e ao acúmulo de lama e musgo, o que aumenta o risco de hipotermia para os mergulhadores.
Dessa forma, a corporação mantém um sistema de revezamento entre os profissionais, apesar do uso de roupas térmicas.
Mergulhadores enfrentam águas geladas e turvas no Reassentamento São Francisco.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.