Sem apoio da China, G20 aprova texto sobre Estreito de Ormuz
Ministros das Finanças do G20, com exceção da China, emitiram uma declaração conjunta em Asheville, nos Estados Unidos, reafirmando a necessidade de “navegação livre, segura e previsível” no Estreito de Ormuz.
O comunicado, divulgado ao fim da cúpula, expressou preocupação com as interrupções contínuas no comércio de energia, apesar das objeções de Pequim ao tema central.
A decisão do grupo destaca a complexidade das relações internacionais e a fiscalização do poder econômico global.
G20 Finanças defende navegação livre e segura no Estreito de Ormuz.
China expressou “profundo pesar” e discordou de pontos sobre sua política econômica.
Estados Unidos destacaram a importância de manter o diálogo com a Rússia no encontro.
China reage à declaração do G20 O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, manifestou “profundo pesar” pela nota divulgada.
Ele reiterou a importância que o gigante asiático atribui ao G20 como principal fórum de cooperação econômica internacional, mesmo diante das divergências.
Parágrafos do documento, sem a aprovação chinesa, abordam a necessidade de “corrigir distorções” e “reduzir a dependência excessiva das exportações”.
Esses são pontos críticos frequentemente levantados pelos Estados Unidos contra a política econômica da China.
Guo Jiakun acrescentou que Pequim tem participado de forma “ativa e construtiva” nas discussões sobre questões fundamentais.
A China atua por diversos canais desde que os Estados Unidos assumiram a liderança do G20 para 2026.
O objetivo declarado é aprofundar a coordenação de políticas macroeconômicas, aprimorar a governança econômica global e fomentar o crescimento da economia mundial.
Qual a postura dos EUA sobre a Rússia no G20? Scott Bessent, secretário do Tesouro dos Estados Unidos, declarou que a era do crescimento medíocre chegou ao fim.
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