PF prende em flagrante jovem investigado por apologia ao nazismo no Rio
A Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante, nesta sexta-feira (16), um jovem de 19 anos investigado por apologia ao nazismo e discriminação na internet.
A prisão foi em Anchieta, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no limite com Nilópolis, na Baixada Fluminense.
A PF não divulgou o nome do preso.
Segundo a investigação, o jovem disseminava mensagens pelo Discord e, mais recentemente, passou a atuar na deep web. 🔎Deep web é uma camada da internet “escondida”, acessível somente por alguns navegadores e que não aparece em mecanismos de busca comuns. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Agora no g1 Durante as buscas na casa do suspeito, os policiais federais apreenderam cadernos com desenhos, símbolos e anotações que exaltavam a ideologia nazista.
Segundo a PF, o material reforça os indícios reunidos durante a investigação.
As apurações apontaram que o suspeito usava diferentes redes e plataformas digitais para publicar e compartilhar conteúdos de exaltação ao nazismo, além de mensagens discriminatórias e de intolerância.
A operação foi realizada pela Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal no Rio de Janeiro (Deleciber), no âmbito de uma investigação sobre a divulgação de discursos de ódio e conteúdos extremistas na internet.
O preso e o material apreendido foram levados à Superintendência Regional da PF no Rio, onde foram realizados os procedimentos relacionados à prisão em flagrante.
Segundo a PF, a investigação continua para identificar possíveis conexões do suspeito, destinatários dos conteúdos divulgados e eventuais coautores ou colaboradores.
O nome da operação, Palimpsesto, faz referência a antigos manuscritos apagados e reutilizados com novas inscrições sobre os textos anteriores.
De acordo com a PF, a denominação simboliza o trabalho de recuperar vestígios digitais aparentemente ocultados para revelar conteúdos ilícitos e identificar os responsáveis.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.