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Metade das empresas ainda não começou a se preparar para reforma tributária

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Metade das empresas ainda não começou a se preparar para reforma tributária

A Reforma Tributária está se aproximando, e as empresas precisam começar a avaliar como as mudanças podem afetar seus negócios.

Entre elas está o início, em 2027, da substituição dos tributos atuais, como PIS e Cofins, pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços).

A implementação do novo sistema será gradual, com conclusão prevista para 2033.

As mudanças vão além da área fiscal e podem afetar diretamente a rotina financeira e operacional das empresas, especialmente as de pequeno e médio porte.

Apesar disso, 48% das empresas ainda não iniciaram ações estruturadas para se preparar para a transição , segundo pesquisa divulgada pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em agosto de 2026.

O que muda para as pequenas e médias empresas? Para empresas com equipes enxutas e recursos limitados, entender antecipadamente os efeitos da Reforma é um desafio.

Além de adaptar sistemas e processos, será necessário avaliar como as novas regras podem influenciar os custos, a formação de preços, a rentabilidade e a disponibilidade de recursos para manter a operação.

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Compreender as mudanças com antecedência permite identificar riscos, avaliar alternativas e tomar decisões com mais segurança durante a transição.

“O primeiro passo é entender que a Reforma Tributária não é uma questão exclusivamente fiscal.

Ela terá reflexos financeiros e operacionais e precisa ser analisada de forma integrada”, explica Rodrigo Barbeti, CEO e sócio-fundador do Grupo BLB, empresa brasileira de auditoria, consultoria, governança e finanças corporativas — e que também conta com uma escola de negócios voltada à atualização de profissionais e gestores em temas tributários.

“O gestor precisa saber como a nova sistemática pode afetar custos, preços, créditos e geração de caixa”, acrescenta.

Para o especialista, esse conhecimento não deve ficar restrito à contabilidade ou ao departamento fiscal.

As mudanças também precisam entrar no radar das áreas responsáveis por decisões comerciais, financeiras, jurídicas e tecnológicas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

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