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Há 42 anos, Amyr Klink chegava à Bahia após travessia de 100 dias em barco a remo: 'Sabia que ia chegar, vivo ou morto'

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Há 42 anos, Amyr Klink chegava à Bahia após travessia de 100 dias em barco a remo: 'Sabia que ia chegar, vivo ou morto'

Há 42 anos, Amyr Klink chegava à Bahia após travessia de 100 dias em barco a remo Há 42 anos, o navegante Amyr Klink chegava à Praia da Espera, em um distrito de Camaçari, no litoral norte da Bahia, e se tornava a primeira pessoa a cruzar o Atlântico Sul a remo em solitário, como a travessia ficou conhecida.

O nome da praia, que faz referência à espera das esposas dos pescadores, ganhou um novo significado para o paulistano: após mais de 100 dias sozinho em alto mar, ele tinha finalmente chegado em terra firme.

"Eu sabia que ia chegar desde o começo, vivo ou morto", afirmou em entrevista ao g1.

O momento marcou o fim de uma viagem que parecia impossível para muita gente.

Amyr havia passado 100 dias e nove horas sozinho no oceano, entre Lüderitz, na costa da Namíbia, e o litoral baiano. 🚣🏼 Foram cerca de 3.700 milhas náuticas, quase 7 mil quilômetros, percorridas em um barco de apenas 5,94 metros de comprimento e, no máximo, 1,52 metro de largura.

Detalhe: não havia motor. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia A única força que Amyr tinha para avançar era a dos próprios braços.

A rotina incluía aproximadamente oito horas diárias de remadas, além de preparar as refeições, limpar a embarcação, dormir e lidar com os encontros inesperados que surgiam no meio do caminho: tubarões, baleias, gaivotas e peixes.

Navegador enfrentou sozinho o Atlântico Sul em uma embarcação de menos de 6 metros.

Divulgação O desafio era ainda maior porque, em 1984, a tecnologia disponível era muito diferente da atual.

Não existia GPS para mostrar a localização em tempo real.

Para se orientar, Amyr usava um sextante — instrumento que permite calcular a posição de uma embarcação a partir da observação de astros.

A comunicação também era limitada.

Não havia mensagens instantâneas ou chamadas de vídeo.

Amigos e familiares precisavam esperar os horários combinados para conseguir falar com ele por rádio.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Bahia.

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