Executivo do Amazonas abre o jogo sobre crise financeira, fala em resgatar credibilidade e projeta 2027
Rômulo Almeida conversa com Matheus Pinheiro, executivo do Amazonas A Série C chegou ao fim para o Amazonas sem a classificação para a segunda fase.
A Onça-Pintada encerrou a competição na 13ª colocação, com 26 pontos, mas deixou o torneio com a sensação de que poderia ter ido além.
Mesmo em meio a uma grave crise financeira, salários atrasados, saída de jogadores e um transfer ban que dificultou a montagem do elenco durante boa parte da competição, o time chegou à última rodada ainda com chances de avançar ao quadrangular do acesso.
Poucos dias após o encerramento da temporada, o executivo de futebol Matheus Pinheiro falou pela primeira vez sobre o atual cenário do clube. — É um processo que o clube está passando.
O clube é novo e é natural oscilar.
É impossível um clube começar e se manter bem em todos os aspectos.
Não que isso possa ser normalizado, porque a responsabilidade é gigante.
Tem pais de família que dependem disso.
Eu sou um que dependo, mas sabemos que precisamos ter calma e paciência porque não estamos falando de um real, afirmou.
Matheus Pinheiro entrevista 3 +Em meio à crise, Tavares aguarda reunião e fala em família e futuro no Amazonas: "Eu amo esse clube" Matheus chegou ao Amazonas em abril, quando a equipe já enfrentava dificuldades financeiras e esportivas.
Segundo ele, a união entre os profissionais que permaneceram no clube foi determinante para que o time conseguisse terminar a Série C brigando por uma vaga na segunda fase e garantir a permanência para 2027.
O executivo revelou que a diretoria já iniciou contatos com atletas que possuem pendências financeiras e garantiu que o clube trabalha para cumprir os compromissos assumidos. — Esse foi o fator principal, a união.
Passei por um momento de adversidade na Ponte Preta, com uma dificuldade financeira absurda, e fomos campeões brasileiros.
A união que aconteceu aqui entre nós no Amazonas foi algo inexplicável.
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